Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
Sagrada Família
“Jesus veio para Nazaré e vivia sujeito a eles” (Evangelho)
Com a Igreja fazemos hoje uma visita à casa de Nazaré. A Sagrada Família é um exemplo para a família cristã.
“Não era acaso conveniente, diz São Leão, celebrar o nascimento real do Filho do Pai eterno, a Casa de David, e os nomes gloriosos dessa antiga linhagem? Mas é mais doce ainda para nós recordar a pequena casa de Nazaré e a humilde existência que aí se passa; é mais doce celebrar a vida obscura de Jesus. É aí que o Divino Infante se exercita no humilde ofício de José, aí, na sombra, cresce em idade, mostrando-se feliz por partilhar dos trabalhos de S. José.
Que o suor, diz ele, banhe os membros antes de os inundar a efusão do sangue redentor, que a mortificação do trabalho, sirva também de expiação para o gênero humano. Junto do Menino se encontra sua terna Mãe, junto do Esposo a Esposa dedicada. Como ela se julga feliz em poder aliviar, com afetuosos cuidados, as sua penas e fadigas.” “Ó vós que não fostes isentos nem de preocupações nem de trabalhos, e que conhecestes o infortúnio, olhai para os desgraçados que lutam contra as dificuldades da vida e se veem na indigência” (Hino de Matinas).
Na humilde casa de Nazaré, Jesus, Maria e José santificaram a vida familiar pelo exercício das virtudes domésticas (Oração). Praticaram a humildade, a paciência, a moderação, a ajuda mútua, a caridade, o respeito e a obediência, de que nos falam a Epístola e o Evangelho da Missa. Vivendo sempre no recolhimento e na oração, encontraram a alegria e a paz. Oxalá a grande família que é a Igreja e cada lar cristão pratique na terra as virtudes que praticou a Sagrada Família a fim de que possa viver um dia em sua santa companhia no Céu (Oração).
Os protestantes excluíram o Matrimônio do rol dos sacramentos, alegando que ele já existia no Velho Testamento e, portanto, estava mais ligado à “vida do corpo” que à Nova Aliança. É verdade que o casamento existe desde a Criação, mas Nosso Senhor Jesus Cristo realmente o elevou à dignidade de sacramento, transformando-o em sinal do Seu amor pela Igreja.
Texto original: Athanasius Contra Mundum
Publicação: Pela Fé Católica
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Hoje mesmo, a Congregação para o Culto Divino, devido à ordem do Papa Francisco, decretou que as mulheres podem ser incluídas no Mandatum, que é a cerimônia do lava pés que ocorre na Quinta-feira Santa, para observância neste ano. Assim, o deus das surpresas veio visitar-nos apenas a tempo para Septuagésima e o início da Quaresma.
Combater o bom combate
Prof. Nougué desafia as pretensões do mundo moderno em julgar a Inquisição, instruindo os católicos sobre qual deve ser sua posição diante da dramática situação atual.
Texto do confrade Rui:
Gostaria de fazer uma interpretação metafísica ou ontológica da teoria da evolução, com base na causalidade, e submetê-la à apreciação dos confrades.
Em primeiríssimo lugar, não se trata de negar a teoria da evolução. Embora eu não seja evolucionista, considero que, em princípio, ela seria possível, mas, como a ciência moderna afastou-se das bases filosóficas que a sustentam, acho interessante fazer essa interpretação.
Uma dica do confrade Karlos:
Para corais sem experiência as partes próprias da Missa pode ser cantada em tom salmódico. E no caso de menos experiência ainda, só é necessário cantar, do próprio, o Gradual e o Aleluia (ou o Tracto, quando for conveniente) em tom salmódico. Fica sempre obrigado o canto do ordinário.
Para o ordinário, a Congregação dos Ritos, a fim de fomentar a participação do povo permitiu o que os missais dos fieis chamam de “Missa Usual” (são peças mais fáceis).
A Missa Usual consta de: Kyrie, Sanctus, Agnus Dei da Missa XVI (que é a Missa para as férias do Tempo Comum) e Gloria e Ite da Missa XV (que é para o Tempo do Natal).
PS1: Lembrando da possibilidade de usar para o Gloria os ad libitum (sempre permitidos para qualquer Missa, a não ser rubrica em contrário); entre todos, recomendo o Ambrosiano (que é bem fácil, por ser quase todo em tom reto).
PS2: O Ite da Missa XV (o mais fácil de todos) pode ser usado em qualquer Missa em que o ele é cantado sem aleluia.