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Liturgia

Breviário de São Pio X e Martirológio em espanhol

O blog Liturgia Tradicional, publicou e agora eu disponibilizo para os leitores e entusiastas dos estudos sobre o Ofício Divino, a tradução em espanhol do Breviário de São Pio X e o Martirológio. O primeiro foi publicado em Barcelona em 1936, por Dom Alfonso Gubianas, um monge da Abadia de Montserrat na Catalunha, e apresenta anotações e explicações utilíssimas; ele está dividido em dois volumes, ao invés dos tradicionais quatro, o primeiro cobrindo do Advento até o Sábado das Têmporas de Pentecostes, e o segundo do  Domingo da Santíssima Trindade até o fim do ano litúrgico. O Martirológio foi publicado em Madri em 1953, mas também inclui uma atualização de 1960.

Breviário de São Pio X (vol. I – espanhol)

Breviário de São Pio X (vol. II – espanhol)

Martirológio (espanhol) 

Adendo de 1960 – Excerpta ex Acta Apostolicæ Sedis, LII (1960) n. 10 (15 Aug.), pp. 722-729

Do mesmo autor da tradução do Breviário, também recomendo a obra Noções Elementares de Liturgia.

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Catequese

Relações internas entre os elementos da doutrina católica

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Crise Liturgia

Meninos, eu vi… (3): somos todos babacas

Para quem achou que era falta de caridade publicar os posts anteriores dessa série (percebam que minhas críticas são objetivas e que omiti o nome do padre e sua paróquia):


 

Um sacerdote dizer que a maneira multissecular com a qual a Igreja demonstrou sua crença na Presença Real é artificial e babaca é o bastante para se admitir que não houve nenhum Pentecostes pós-conciliar.  Só não admite isso quem se faz de cego! Imaginem como reagiriam os grandes santos da ordem dele, a Carmelita; o que São João da Cruz ou Santa Teresinha diriam disso?

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Ex-pastor da Assembleia de Deus volta para Casa

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Crise Liturgia

Meninos, eu vi… (2): spray celeste

Embora eu tenha sido acólito na minha paróquia durante 24 anos (quase 1/4 de século), até descobrirem que “estou velho e fico ridículo de túnica”, e embora tenha sido o primeiro acólito da retomada das missas no rito gregoriano em minha cidade, no “tempo das catacumbas”, nunca fui e nunca gostei da “pastoral dos panos”, isto é, do tipo de frescura que, por exemplo, coloca elementos externos da liturgia em primeiro plano se esquecendo da caridade. Contudo, uma coisa é você navegar com austeridade dentro da tradição litúrgica a que está vinculado, outra, bem diferente, é querer inventar a roda e se submeter a simbologias superficialmente contingentes. Assim, o mesmo carmelita do post anterior, apresenta no vídeo abaixo uma Missa com “clima” (luz e música) e o ridículo “incenso em spray” (podendo usar o turíbulo de verdade, ao lado):

Enquanto isso no Céu (Apocalipse VIII, 3-4):

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Política

Bolsonaro e o heresiarca Macedo

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Catequese

Crisma

Crisma (Confirmação)

Os mistérios da graça são vividos, proporcionalmente, em três níveis diversos: por Cristo Cabeça, pelo Corpo Místico em conjunto e por cada membro em particular. No caso do mistério de Pentecostes, ele foi vivido pelo Senhor no seu Batismo e pela Igreja quando da vinda do Espírito Santo aos Apóstolos e Nossa Senhora reunidos no Cenáculo, e será por cada indivíduo sobre o véu do sacramento da Crisma.

* Definição: A Crisma é sacramento que nos dá o Espírito Santo na abundância de seus dons, nos tornando perfeitos cristãos.

Cabe observar que embora esteja intimamente ligada ao Batismo, inclusive historicamente no que se refere ao modo como era ministrada (e ainda é em ritos orientais), a Confirmação é um sacramento que possui natureza própria. Ao contrário do que se ensina em muitos lugares, esse sacramento não confirma o Batismo – o Batismo não precisa ser confirmado, já imprimiu caráter e teve todos os seus efeitos aplicados em plenitude; ele confirma (completa), isso sim, a obra que o Espírito Santo fez em nós desde que passamos a ser contados entre os membros do Corpo Místico de Cristo.

Tanto é assim que os dois produzem graças diferentes:

Batismo ⇒ primeira graça ⇒ nos tornamos cristãos

Confirmação ⇒ segunda graça ⇒ nos tornamos soldados de Cristo

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Crise Liturgia

Meninos, eu vi… (1): eu e você somos um

Eu, sinceramente, para surpresa ou não de muitas pessoas, não costumo me escandalizar com certos desvios que ocorrem e sempre ocorreram na Igreja; eles fazem parte da condição humana decaída e ficarão conosco até o fim dos tempos. Ponto final. De outra categoria, contudo, são aqueles pensados, isto é, que são frutos da colocação da inteligência a serviço da revolução e da desordem no Corpo Místico de Cristo; assim, não pude deixar de me impressionar com as fotos de um frade carmelita de minha diocese sendo auxiliado por leigos na elevação do cálice e da patena na doxologia (missas celebradas neste ano), numa clara intenção de diluir a diferenciação entre o sacerdócio interno e o sacerdócio externo e, desse modo, tornando mais agudos vários dos defeitos existentes no rito paulino:

Por fim, ele nos apresenta sua nova invenção, o incenso em spray: