Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
Os casamentos mal começam e já terminam. Os pais descuidam completamente da educação de seus filhos. Os irmãos vivem em pé de guerra dentro de casa. Os filhos já não querem saber mais de seus pais.
O que está acontecendo? Por que as famílias não estão mais dando certo? De quem é essa “mão invisível” que destrói os nossos lares?
Gravação de uma pequena palestra de Mário Ferreira dos Santos, na qual ele analisa as etapas de destruição e construção dos ciclos culturais, dando destaque às fases histórico-sociais pelas quais eles passam e às forças antagônicas representadas pelo termo médio (aquele que dá coesão ao ciclo = consenso constituído por uma teovisão, a autoridade que promana dela e a comunidade de interesses éticos) e pelos elementos antitéticos (conceitos remanescentes de outros ciclos, valorização excessiva do cosmológico, a centralidade do homem, a negação de nossa capacidade cognoscitiva – agnosticismo, niilismo -, valorização da filosofia contra a teologia, a ciência prática tomada apenas no seu aspecto empirista):
Gostaria muito de ouvir à outra palestra sobre a qual ele se refere no final e que trata de como se pode restaurar o termo médio sem cair na ilusão romântica.
É interessante como o fim de um ciclo da maneira descrita por Mário se encaixa perfeitamente na situação atual do Ocidente e de como isso remete à obra clássica de Guenon A crise do mundo moderno.
Dos arquivos do British Pathé, de 1 de novembro de 1950 (ano do jubileu), vemos cenas da definição do Dogma da Assunção pelo Venerável Papa Pio XII:
E aqui uma bela foto tirada durante a Missa desse dia na Basílica de São Pedro:

“O homem é criado para louvar, prestar reverência e servir a Deus nosso Senhor e, mediante isto, salvar a sua alma; e as outras coisas sobre a face da terra são criadas para o homem, para que o ajudem a conseguir o fim para que é criado.”
Nesta aula, Padre Paulo Ricardo propõe uma reflexão sobre o famoso “princípio e fundamento” dos “Exercícios Espirituais”, de Santo Inácio de Loyola. Se você quer desentortar a sua vida, não basta fazer a coisa certa! É necessário fazer a coisa certa… pela razão certa!
Tradução e adaptação deste texto.
O Lecionário multianual do Novus Ordo, que contém uma vasta quantidade de trechos da Escritura, é superior ao Lecionário anual do usus antiquior? Por muito tempo, essa pergunta dificilmente era levada a sério, pois se assumia que a resposta era um autoevidente “sim”. É gratificante, portanto, observar que mais e mais pessoas estão acordando para a seriedade da questão e realizando comparações e estudos, em vez de considerar, à moda moderna, que “maior” é “melhor”.
Décadas de experiência com os dois lecionários me levou, de fato, a uma conclusão oposta: o novo Lecionário é pesado e difícil de ter seu propósito entendido, enquanto o antigo ciclo de leituras é belamente proporcionado ao seu fim litúrgico e ao ritmo natural do ano. A repetição regular e reconfortante das leituras ajuda o fiel a absorver seus ensinamentos cada vez mais profundamente.