Em 19 de novembro do ano passado o site da FSSPX dos EUA publicou um artigo, não assinado, tratando da licitude moral do recebimento das vacinas para o coronavírus. Esse texto, por algum motivo, causou confusão na tradilândia, de modo que foi substituído por outro mais detalhado.
Aqui está o texto original; aqui o link com o arquivo da página.
Vou traduzir os dois (terão o mesmo título, mas com numeração 1 e 2). Vamos ao primeiro:

Na maior parte dos assuntos alvos de investigação científica, a Igreja não interfere, quando, contudo, há uma intersecção deles com a lei moral e divina, a esposa de Cristo fala e fornece orientação.
Nos últimos 14 dias, três vacinas experimentais mostraram resultados promissores no combate à propagação do COVID-19 (o coronavírus), reportando uma eficácia de 90% ou maior. Isso parece ser uma notícia encorajadora para todos que pretendem livrar suas vidas dos efeitos da pandemia.
Mas será que existem armadilhas morais nas vacinas? Os católicos têm obrigação moral de não aceitar essas vacinas? Para responder a essas questões, temos, em primeiro lugar, de entender que existem duas classes de vacinas atualmente em desenvolvimento: a sintética e a genética.
“Meu gladiador baixou o escudo e criou asas”. Dificilmente alguém terá feito um epitáfio mais comovente, ainda mais sendo um pai de apenas 21 anos que acabou de perder seu filhinho. A história do pequeno Alfie, que morreu antes de completar 2 anos, é espantosa. Vitimado por uma doença cerebral nunca exatamente diagnosticada, ele foi condenado à morte pela mão implacável do Estado. Os médicos mandaram desligar os aparelhos. A Justiça negou os recursos dos pais para levá-lo ao hospital do Vaticano oferecido pelo Papa Francisco. Ir para casa, passar as últimas horas com a família? Nem pensar.