A doença do intelecto chamada “politicamente correto” se espalhou pouco a pouco por quase todos os aspectos da vida nacional. De modo mais brando, ela transforma as pessoas num bando de chatos, que se censuram e censuram os outros o tempo todo; contudo, no fim das contas, o que se concretiza perigosamente no “politicamente correto” é um feixe de ideias esquerdistas com aparência de relativistas mas que, na sua contradição interna, são totalitárias.
Geralmente, quem tem minha visão de mundo fica incomodado com o que esse mal causa nos campos político ou social, mas, vez ou outra, segundo as preferências pessoais, ele é notado em outras coisas. Assim, como dono de cachorros de guarda, anos atrás, numa comunidade dedicada a raças brasileiras no saudoso Orkut, chamou minha atenção uma resposta de Pedro Ribeiro Dantas, grande cinófilo brasileiro, criador da raça dogue brasileiro (também conhecida como bull boxer), que foi a seguinte:


