
Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
A mortificação é um elemento tão necessário à vida cristã, que quem não quiser renunciar a si mesmo jamais poderá ser santo. Mas quais são, no fim das contas, as formas de mortificação mais adequadas para os dias de hoje? Será que todo cristão está sempre obrigado a fazer longuíssimos jejuns, ficar sem dormir e ferir a própria carne com cilício ou coisas parecidas?
Nesta novo vídeo, Padre Paulo Ricardo nos dá uma lição preciosa, à luz da doutrina de São João da Cruz e Santa Teresinha do Menino Jesus, acerca da melhor maneira de se mortificar nestes tempos em que nos tocou viver.


Lula pode. Ministra, não.
Os críticos à nomeação da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) ao cargo de ministro do trabalho, alegando que ela sofreu condenação da Justiças do Trabalho, são basicamente os mesmos que defendem a candidatura presidencial de político condenado por corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Até empunham faixas para sustentar o besteirol de que “eleição sem Lula é fraude”. É extraordinário o talento de Michel Temer para escolher mal os seus auxiliares, mas ele tem o direito de fazê-lo. E de empossá-los. Se Cristiane Brasil respondeu a ação trabalhista, como a maioria dos empregadores brasileiros, Lula está condenado por ladroagem. Advogados próximos ao PT, que impedem na Justiça a posse da ministra, curiosamente não ameaçam a candidatura política de político ladrão. Além da condenação a 9 anos e meio de cadeia por corrupção, Lula responde a seis outros processos igualmente graves.
– Cláudio Humberto
Texto de Theo Keller publicado na edição do Ofício Parvo da Baronius Press (com adaptações e acréscimos):
O Ofício Parvo da Bem-Aventurada Virgem Maria é um dos brevia parva, um pequeno breviário. Em termos mais claros: é um ofício divino reduzido retirado do Comum de Nossa Senhora do Breviário Romano. Ele contém as Matinas, as Laudes, a Prima, a Terça, a Sexta, a Noa, as Vésperas e as Completas, e foi organizado de modo a atender às necessidades devocionais e litúrgicas de muitos leigos e de um grande número de comunidades religiosas engajadas no apostolado ativo.
Alguns desses pequenos breviários são relativamente recentes, sendo produtos do movimento litúrgico do começo e da metade do século XX. Já o Ofício Parvo da Bem-Aventura Virgem Maria, embora não seja o mais antigo, tem a honra de ser o mais popular entre eles.
Esse ofício foi a oração de centenas, talvez milhares, de comunidades religiosas, a maioria delas, como já foi dito, envolvidas no apostolado ativo, mas também de algumas contemplativas, como a das Irmãs da Visitação, que tinham no Ofício Parvo sua principal forma de oração litúrgica. E, geração após geração, existiram milhares de leigos sozinhos, ligados a comunidades religiosas como terciários ou oblatos, ou ainda membros de ordens de cavalaria, que também rezavam as Horas de Maria.