Todos os anos, por volta do dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, nós podemos esperar uma artimanha das feministas para fazer avançar a causa do aborto no Brasil. Não está sendo diferente desta vez. Sob o pretexto de “combater a violência contra as mulheres”, corre no Congresso Nacional um projeto de lei que, na prática, torna amplo e irrestrito o acesso ao aborto em nosso país.
A promoção dessa prática é um atentado criminoso contra o mais fundamental dos direitos humanos. Promover o aborto é promover o homicídio de vidas inocentes.
Pela preservação da democracia, estude e divulgue esta aula do Pe. Paulo Ricardo. Informe-se e preste um serviço à nação e às crianças por nascer!
Adão foi privado das delícias do Paraíso * pelo amargor do fruto; * sua gula o fez rejeitar * o mandamento do Senhor; * ele foi condenado a trabalhar * na terra da qual foi formado; * pelo suor da sua testa * foi obrigado a ganhar o pão que comia. * Olhemos para a temperança, para que não fiquemos, como ele, a chorar na porta do Paraíso; mas, antes, lutemos para nele entrar. (Kathisma das Matinas do Domingo da Tyrophagia, também conhecido como Domingo da Expulsão de Adão). 
É possível que no Oriente a ponte litúrgica entre a Quaresma e o jejum dos ninivitas tenha sido construída na Armênia. A Septuagésima do rito armênio é chamada Aratchavor, e compreende três semanas, a primeira das quais é chamada Berekendam, “o último dia de gordura”. Essa semana é muito rigorosa, consagrada ao jejum dos Ninivitas, instituído por São Gregório o Iluminador no século IV. A segunda e a terceira semana são menos penitenciais, e o jejum é mantido apenas nas quartas e sextas-feiras.