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Apologética

Protestantes sionistas: por que isso existe?

É fácil entender a idolatria que os evangélicos possuem pelo estado de Israel. A religião protestante não possui nenhum símbolo cristão neotestamentário. Os símbolos históricos do cristianismo estão com o catolicismo e com a Igreja Ortodoxa. Eles não possuem crucifixo, imagens sacras, peregrinação em alguma igreja onde os restos mortais de um mártir ou apóstolo estão enterrados, etc.

Ou seja, nada existe de simbólico entre as seitas evangélicas e o cristianismo histórico. Não possuindo nada do cristianismo primitivo eles passaram a disseminar os mitos judaicos da fundação do recente Estado de Israel. Muitas igrejas são judaizantes e guardam o sábado e leem o Antigo Testamento em uma tentativa de criar um vínculo entre sua religião e o livro sagrado.

Sabemos que os evangélicos não possuem nada que veio dos apóstolos de Jesus Cristo e que esse Estado de Israel não é o Reino de Israel da Bíblia.

Mas eles gostam de enganar e serem enganados….

Gabriel Martins

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Apologética Contrarrevolução História

Ao lado do Pe. Pro

Luis Segura Vilchis – um membro proeminente da Associação Católica da Juventude Mexicana – enfrentou um pelotão de fuzilamento, com o corpo do padre Miguel Agustin Pro Juarez deitado ao lado dele, numa execução ordenada pelo regime revolucionário mexicano, odiador de católicos, maçônico e pró-comunista, em 23 de novembro de 1927.

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Brasil profundo

Como civilizar o Brasil

O Pe. Antônio Vieira é um desses gigantes esquecidos por estudantes e professores. É urgente que resgatemos a vida e as obras dessas pessoas notáveis que construíram nosso país. Pensando nisto, o Prof. Caio Perozzo mostra o dever de civilizar o Brasil segundo o pe. Antônio Vieira.

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Liturgia Nossa Senhora

Rubricas de 1962 no Ofício Parvo

Pergunta recebida do leitor Vinícius:

“Boa tarde! Salve Maria! Vocês tem alguma versão de 1961 ou 1962 em PDF do Ofício Parvo, que tenha imprimatur? Vasculhei a internet inteira e não achei. Queria ver com meus próprios olhos a aplicação das reformas de João XXIII no Ofício Parvo. Porque se comenta muito sobre as mudança que o Ofício teria sofrido, mas até agora não consegui achar a Edição Typica, ou uma versão autorizada da época. A Ave-Maria no início também foi abolida? As antífonas são ditas inteiras antes e depois dos salmos? Queria ver. Se puder me ajudar, agradeço.”

Vinícius, falei sobre a consequência dessas rubricas no Ofício Parvo aqui (veja a nota 5, por exemplo). Mas, para esclarecer, vou especificar alguns pontos: a Ave Maria no início não permanece e as antífonas são ditas inteiras no início e no fim (refletindo a nova classificação dos ofícios).

Uma edição atual que segue esse sistema de rubricas (que não acho o melhor, diga-se de passagem) é a da Baronius Press (você pode comprá-la via Amazon). É uma ótima edição, com anexos mais do que necessários sobre a história e espiritualidade do Ofício Parvo, para não falar da parte musical.

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Crise

Síntese do “Sínodo da Sinodalidade”

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Eclesiologia

Na Igreja combatemos ideias, não almas

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Apologética Humor

A “lógica” do ateu

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Bíblia

Anos de vida no Antigo Testamento

Qual é o ensinamento da Igreja Católica acerca das pessoas no Antigo Testamento viverem centenas de anos, chegando a passar dos 900 anos?

A Igreja não possui um ensinamento se essas idades devem ser interpretadas literalmente ou não.

A Igreja afirma que tudo o que a Escritura diz é inerrante, porém os escritos deve ser entendido segundo as regras literárias que estavam em uso na época em que foram produzidos.

Sabemos que em muitas culturas antigas idades fantasticamente longas eram atribuídas a antepassados ​​famosos, de modo que isto pode ser uma indicação de que tais idades devem ser tomadas como símbolo da grandeza e venerabilidade desses indivíduos.

No entanto, como dito, isso não é algo [específico] que a Igreja tenha ensinado. Na verdade, Deus pode manter as pessoas vivas pelo tempo que quiser; com efeito, se Ele quiser que alguém viva até os 900 anos, Ele pode mantê-lo vivo por todo esse tempo.

Fonte: Catholic Answers, This Rock Magazine, 2003; tradução livre: Carlos Martins Nabeto; correção: Thiago Santos de Moraes.