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Catequese

Turma da catequese de 2024

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Apologética Contrarrevolução Nossa Senhora

O caráter contrarrevolucionário da Imaculada Conceição

O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, ao ler uma biografia de D. Bosco, comenta sobre o pontificado de Pio IX e a proclamação do dogma da Imaculada Conceição (“Santo do dia”, 15 de junho de 1973). Uma transcrição desse áudio pode ser encontrada aqui.

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Bíblia

Da mitologização do Gênesis

Na “mitologização” do Gênesis feita na teologia contemporânea, há um eco do modernismo e da teologia protestante liberal, que negam a intervenção do sobrenatural (reduzindo a Religião a uma espiritualidade genérica e palatável ao “homem moderno”), e identificam a realidade criada ao aferível pelo método científico moderno.

Os hagiógrafos não eram homens sem Espírito, eles “viam” muito além de um pensamento racional-fantástico coroado por uma vaga “inspiração” monoteísta (criacionista) de caráter “poético” (com um “sentimento religioso” peculiar).

O Gênesis se reveste das imagens dos mitos antigos porque são relatos que se dirigem primordialmente a homens antigos, porque são as imagens de que dispõe o hagiógrafo: ele é, como os santos, simultaneamente um homem da Eternidade e um “homem do seu tempo”; mas ele discerne as imagens a utilizar, bem como sua ordem, para comunicar uma realidade (a história da formação do cosmos e do homem) verdadeira, e não mera alegoria de vago sentido teológico-metafísico.

Se há erro interpretativo de índole científica em alguns Padres e Doutores (que acorriam às filosofias segundas antigas), isto não significa que seja verdade apenas uma teologia metafísica vaga (distinta daquelas do politeísmo e do panteísmo), senão que há verdades cosmológicas reveladas além de certas metodologias científicas; verdades às quais a inteligência inspirada alude com as imagens comuns aos mitos, e cujo conteúdo real pode ser vislumbrado, por exemplo, na tese “alterista” e em certos elementos da “cosmologia tradicional” (sic).

Joathas Bello

OBS: O alterismo é a tese que afirma que a natureza do mundo era diferente antes do pecado original

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Bíblia

Entenda como o texto da Bíblia foi preservado

O roteiro que o entrevistado usou pode ser acessado aqui (ele mesmo me forneceu).

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Apologética Política

Pentecostalismo e idolatria sionista

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Apologética Família

Matrimônio católico: antídoto para as loucuras da modernidade

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Apologética Nossa Senhora

Bodas de Caná e Nossa Senhora

Pergunta: Nunca entendi o porquê de os católicos citarem as bodas de Caná (João II, 1-11) para apoiar a eficácia da intercessão de Maria junto a Jesus. Ele fez o que ela pediu, mas só depois de deixar claro que ela não tinha o direito de pedir-lhe: “Mulher, o que tenho eu contigo?” Não resta óbvio que ele jamais pretendeu que Maria tivesse voz em seu ministério?

Resposta: Não segundo o próprio Cristo. Ele explica sua objeção desta forma: “Pois ainda não é chegada a minha hora” [cf. João II, 4]. Ele não diz: “pois tu não tens nada a dizer no meu ministério”; ou: “pois não é teu papel pedir nada a mim”. Ele não está contestando o pedido, mas apenas questionando o momento. Quando chegar a Sua hora, ela pedirá e Ele a atenderá.

E qual é a “hora” de Jesus? Ao longo do Evangelho de João, este termo refere-se, sobretudo, à sua Paixão e Morte. Na verdade, Jesus está dizendo: “Por que intercedeis perante mim? Ainda não é a hora da minha morte salvadora”.

Em outras palavras: a intercessão de Maria (assim como a sua e a minha), extrai toda a sua força do sacrifício de Jesus. A “hora” de Jesus não torna a intercessão de Maria imprópria ou desnecessária; pelo contrário, é a exata base para a intercessão dela.

Observe que, mesmo antes da sua hora, Jesus concedeu o pedido de Maria, transformando água em vinho, bem como atendeu o pedido da mulher cananeia, que perseverou na oração quando Jesus parecia recusar seu pedido a fim de testar-lhe a fé (cf. Mateus 15,21-28).

Fonte: Catholic Answers, This Rock Magazine, 2003; tradução livre: Carlos Martins Nabeto.

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Crise Teologia

O enigma da crise