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Indulgências do Ofício Parvo

Tradução das páginas 210 a 212 do anexo da edição do Ofício Parvo da Baronius Press:

O Ofício Parvo de Nossa Senhora foi enriquecido com indulgências ao longo dos séculos. A Catholic Encyclopedia (1917) registra o seguinte:

O Papa Leão XIII garantiu (17 de novembro de 1887), àqueles que recitassem o Ofício Parvo de Nossa Senhora, uma indulgência diária de sete anos e 40 dias, e uma indulgência plenária uma vez ao mês; àqueles que recitam apenas as Matinas e as Laudes, uma indulgência diária de 300 dias; e (8 de dezembro de 1897) àqueles que recitam apenas as Vésperas e as Completas, e por cada Hora, uma indulgência de 50 dias.

O costume de descrever as indulgências em termos de dias, meses e anos vem dos primórdios da Igreja, quando aqueles que tinham sido excluídos da comunhão eclesial por terem cometido pecados graves, realizavam longas penitências, muitas vezes de vários anos, antes de serem readmitidos (1). Sobre isso, temos o seguinte na já citada enciclopédia:

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Vésperas e Completas de Natal do Ofício Parvo

Vésperas e Completas cantadas do III Ofício (o do Tempo do Natal) do Ofício Parvo, cantadas pelos frades concepcionistas tradicionalistas do Ceará (como eles duplicam as antífonas, acredito que usem as rubricas de João XXIII):

Para saber mais sobre o Ofício Parvo visite esta página.

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Compre o Ofício Parvo

Depois de quase 60 anos sem novas edições, a Editora Triregnum, publica novamente o Ofício Parvo de Nossa Senhora. Como já esclareci aqui, essa forma de Liturgia das Horas é litúrgica, ou seja, é uma oração pública e, por isso, durante séculos sua recitação (ou canto) cumpriu a exigência das regras de terceiros franciscanos, dominicanos e carmelitas de recitarem o Ofício Divino, bem como a dos irmãos leigos dessas referidas ordens, e dos de muitas outras de apostolado ativo (em especial as hospitalares) e de pelo menos uma contemplativa.

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Nossa Senhora

500 anos de aparições marianas

A National Geographic criou um mapa que localiza as aparições marianas aprovadas e ainda em investigação nos últimos 500 anos.

Nossa Senhora apareceu para incontáveis indivíduos desde o início da Igreja. Muitas dessas visões foram chanceladas pela Igreja, mas um número muito maior tem aprovação apenas local e outras foram consideradas inseguras para a veneração.

Contudo, foi só no século XVI, na época do Concílio de Trento, que um método mais formal de investigação foi estabelecido, e ele passou por um refinamento no último século. Assim, a Igreja passou a discernir com mais segurança quais aparições têm uma natureza sobrenatural e valem a pena ser examinadas.

Mas é bom lembrar que mesmo essas não são de conhecimento obrigatório, pois constituem formas de revelação privada. O que se diz, portanto, é que nelas alguém, ou um grupo de pessoas, podem achar auxílio espiritual, caso escolham ouvir a mensagem da Virgem.

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Obras Católicas começa a publicar livros

O site Obras Católicas, surgido no tempo do saudoso Orkut por iniciativa de confrades da comunidade Apologética Católica (em especial do Eduardo e do Paulo Frade), se tornou um marco na história da Igreja no Brasil, pois colocou em circulação os tesouros que a crise pós-conciliar e a falta de memória de nosso povo tinham enterrado nas décadas 70, 80 e 90. Nele, aqueles livros que garimpávamos com muita sorte nos sebos se tornaram acessíveis a qualquer pessoa com acesso à internet; lembro que anos atrás conheci um padre que tinha estudado no Paraguai e que me contou que nos seus tempos de seminário o acervo do Obras Católicas era mais usado que a biblioteca da instituição.

Então, é com grande alegria que compartilho com os leitores uma nova iniciativa do Obras: a publicação de livros. E primeiro já foi lançado, são as Instruções Marianas, do Pe Gabriel Maria Roschini, O. S. M.

O Pe. Gabriel Maria Roschini, sacerdote da Ordem dos Servos de Maria (+1977), foi um dos mais importantes mariólogos do século XX e fundador da Faculdade Teológica Marianum, em Roma.

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A assunção de Maria e a negação da tradição oral cristã

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Os três Pentecostes de Maria

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Apresentação do Ofício Parvo da Bem-Aventurada Virgem Maria

Texto de Theo Keller publicado na edição do Ofício Parvo da Baronius Press (com adaptações):

O Ofício Parvo da Bem-Aventurada Virgem Maria é um dos brevia parva, um pequeno breviário. Em termos mais claros: é um ofício divino reduzido retirado do Comum de Nossa Senhora do Breviário Romano. Ele contém as Matinas, as Laudes, a Prima, a Terça, a Sexta, a Noa, as Vésperas e as Completas, e foi organizado de modo a atender às necessidades devocionais e litúrgicas de muitos leigos e de um grande número de comunidades religiosas engajadas no apostolado ativo.

Alguns desses pequenos breviários são relativamente recentes, sendo produtos do movimento litúrgico do começo e da metade do século XX. Já o Ofício Parvo da Bem-Aventura Virgem Maria, embora não seja o mais antigo, tem a honra de ser o mais popular entre eles.

Esse ofício foi a oração de centenas, talvez milhares, de comunidades religiosas, a maioria delas, como já foi dito, envolvidas no apostolado ativo, mas também de algumas contemplativas, como as Irmãs da Visitação, que usavam o Ofício Parvo como sua principal forma de oração litúrgica. E geração após geração, existiram milhares de leigos, ligados a comunidades religiosas, como terciários ou oblatos, que também rezavam as Horas de Maria.