No fim de semana duas igrejas foram queimadas no Chile por esquerdistas em comemoração aos protestos do ano passado, que ameaçam destruir o país a depender do resultado do futuro plebiscito. O século muda, mas a esquerda permanece com os mesmos hábitos. Infelizmente muita gente na Igreja, a começar do Papa, parece cega a tudo isso.
Os católicos que se fiaram na eleição de Bolsonaro para deter o movimento revolucionário devem se atentar a esse fato, ocorrido num país que era tido como exemplar em muitos quesitos, e à eleição, domingo, de um apoiador de Evo Morales na Bolívia; ou seja, não podemos confiar na estabilidade de situações políticas menos contrapostas ao reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo como solução para deter o comunismo e suas mutações na América Latina.
Sobre o tema, mas ampliando a questão para todo tipo de perseguição a quem segue (ou diz seguir) o Cristo, vale a pena uma olhada neste vídeo:
Em tempos de escritas rápidas e de leituras idem o livro se transforma em objeto ignorado mesmo entre pessoas habitualmente consideradas intelectuais. O livro supõe um tempo lento de escrita, impressão, difusão, leitura. Mesmo com os avanços técnicos trazidos pelo computador, lançar um livro é menos ágil do que ler e redigir algo nas redes sociais. O jargão dos usuários daqueles serviços é demais eloquente: um escrito com mais de 3 mil caracteres é “textão” enfadonho. Não é de hoje o problema, nem é exclusivamente da internet. 