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Católicos querendo agradar o mundo…

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Gêmeos univitelinos e a infusão da alma

Pergunta recebida de um leitor:

Os gêmeos univitelinos se desenvolvem a partir de um único óvulo fecundado e, como se afirma que a alma é infundida no momento da fecundação, o que se dá no caso deles?

Instantaneamente após a fertilização, o óvulo fecundado possui a matéria necessária para formar um novo ser humano. Portanto, possui forma humana (leia-se alma).

Mesmo contendo células indiferenciadas, o zigoto já possui a matéria necessária para dali nascer um novo homem. Se em algum momento aquele zigoto se dividir, dando origem a um novo tecido e no caso desse tecido possuir, do mesmo modo, matéria própria para a geração de um novo homem, então lhe será infundida uma nova alma, criada por Deus naquele instante.

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Alegrar-se ou entristecer-se com a morte de Lázaro, o serial killer?

Reflexão de Carlos Nougué feita no Facebook:

Uns dizem que devemos alegrar-nos com sua morte porque assim se protege a sociedade. Outros dizem que não devemos alegrar-nos com ela porque, como se lê em Ezequiel, Deus não se alegra com a morte do pecador. No entanto, o correto quanto a este assunto reside, uma vez mais, no justo meio; e este quase sempre requer explicação algo longa. Se pois você quer de fato saber como nos devemos sentir diante da morte de Lázaro, dê-se por favor ao trabalho de ler o que escrevo abaixo.

1) Antes de tudo, Deus de fato não se alegra nem entristece com nada, porque não é sujeito de paixões, como o somos nós. Quando se lê nas Escrituras que Deus se ira, ou se alegra, ou se arrepende de algo, trata-se sem dúvida de metáfora, assim como as mesmas Escrituras falam metaforicamente do braço de Deus para indicar sua virtude operativa.

2) No caso da passagem de Ezequiel, trata-se antes da morte espiritual – ou seja, a segunda morte do Apocalipse, ou seja, a condenação eterna ao lago de fogo e de enxofre – que da morte física do pecador, ou de sua morte física pela qual morre em pecado mortal.

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Ação de graças pelo fim da escravidão

Missa campal celebrada em 1888, no Campo de São Cristóvão, Rio de Janeiro, em ação de graças pelo fim da escravidão no Brasil. Na imagem pode ver-se a Princesa Isabel. Clique na imagem para ampliá-la.

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Bíblia

São Matias ou São Paulo?

Pergunta recebida de um leitor:

Quem sentará junto de Cristo, compondo o número dos Doze Apóstolos, para julgar as nações no dia do juízo final?

Em Atos dos Apóstolos está escrito que São Matias é um dos Doze, mas São Paulo é também chamado apóstolo, inclusive vemos sempre em nossas igrejas, quando pintam os apóstolos, colocam São Paulo no lugar de São Matias.

A consagrada Bíblia Haydock, que traz um amplo e tradicional comentários da Sagrada Escritura, diz o seguinte sobre Mateus XVIII, 28 (tradução minha):

“Jesus Cristo chama aqui a ressurreição geral de regeneração porque haverá então uma renovação do corpo humano e do mundo inteiro. A promessa que é feita aqui aos Apóstolos de sentar-se em tronos no Julgamento Geral, e condenar as 12 tribos de Israel, não deve ser entendida como limitada aos apóstolos, ou aos judeus. Para São Paulo (I Coríntios VI 2- 3), não somente ele, mas também muitos dos coríntios aos quais ele estava escrevendo, julgariam não apenas as 12 tribos, mas o mundo inteiro e, além disso, os próprios anjos. É opinião de muitos dos Padres, São Jerônimo, Santo Agostinho, São Gregório e outros, que todos os homens apostólicos, isto é, que renunciando aos bens desta vida aderem a Cristo em mente e afeição, e por todos os meios possíveis promovem seu reinado e a propagação de seu Evangelho, serão honrados a ponto de sentarem-se em julgamento com Ele na ressurreição geral.”

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O silêncio salvador de Pio XII

Um interessante texto do Conde publicado no YouTube:

quotePio XII foi um dos papas mais caluniados da história. Em particular, uma certa historiografia judaica militante, tendenciosa, de matriz sionista, tenta a todo custo culpar os cristãos pelo antissemitismo e holocausto, fazendo da Igreja um espantalho do nazismo. Contudo, a tese é muito forçada. Diria que fraudulenta até, pois comete muitos anacronismos históricos, como também falseia o real posicionamento dos judeus perante os cristãos. Os judeus, no geral, sempre tiveram uma atitude de ódio ao cristianismo. Sempre que tiveram oportunidade, hostilizavam os cristãos e hostilizam até hoje. E mesmo com todos os conflitos entre cristãos e judeus, a Igreja sempre tentou agir com prudência. Protegia-os das vexações e violências.