Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
Começou antes do PT
Quem acordou para a vida após a virada do século, ou durante a primeira década desta centena, provavelmente não tem ideia de que o processo de revolução cultural que marcou o governo dos quadrilheiros do PT foi preparado pelo do presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC). Obviamente, em termos administrativos, institucionais e macroeconômicos não há muito de negativo a se falar da época dele, mas em termos de mudança de mentalidade, em especial no que se refere à cristalização de um esquerdismo fabiano e emasculado na classe média, o período em que o PSDB comandou foi decisivo para a mudança de mentalidade. Isso agora ficou patente em vários trechos do segundo volume dos Diários da Presidência de FHC, que retratam a rotina do comando do Brasil entre 1997 e 1998, como o seguinte (destaques meus):
Nós somos um país profundo
Trecho de uma entrevista do diretor de novelas da Globo, Luiz Fernando Carvalho, ao Jornal do Commercio (Recife, 2 de abril de 2016):
A sensação que tenho é que o país, apesar de todos os avanços, necessita ser sempre redescoberto. Seu espírito muitas vezes eclipsado não se revela através de um retrato fácil e monolítico, algo que o passado tenha registrado e nos seja visto como definitivo e pronto. Tudo está em eterno movimento. Isso traz contradições e muita vida. Penso na frase de Guimarães Rosa: “O Brasil é indizível”.
(…)
Continuo interessado nos vetores míticos do país, numa espécie de escavação, em uma perspectiva histórica e ao mesmo tempo lúdica. Sei que na televisão isso é muito difícil e delicado, mas, sinceramente, esta é a tentativa: tocar nas contradições arquetípicas do país, nas coordenadas sociais e humanas que nos trouxeram até aqui. Somos multifacetados. Onde quer que se esteja, qualquer região, perceberemos sempre o espírito barroco dos contrários, das volutas nos elevando e nos soterrando. Somos um país profundo.
IV artigo do Credo
“Padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado.”
Neste artigo do Símbolo dos Apóstolos estudamos a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo e a Redenção efetuada por meio dela, ou seja, analisamos a morte do Divino Mestre e seus frutos. Tal conhecimento é essencial para a vida do católico, como atesta São Paulo (I Coríntios II, 2):
Julguei não dever saber coisa alguma entre vós, senão Jesus Cristo, e Jesus Cristo crucificado.
Estavam atrás de riquezas?


