Publico agora uma coletânea de orações e práticas piedosas compiladas pelo confrade Silas. Antes, a apresentação desse pequeno trabalho feita pelo seu autor:
Compartilho com vocês uma coletânea de orações e pequenos ritos, que arranjei numa certa sequência, que tento praticar antes, durante e após a Missa. É mais fácil fazê-los numa Missa Tridentina, por causa dos tempos que o Padre passa rezando em voz submissa.
Isso tem me ajudado bastante, pois me impulsiona a aproveitar melhor o tempo que tenho ao chegar cedo na paróquia, venerando o crucifixo, as imagens, passando pelas estações da Cruz; me põe em contato com trechos de ritos latinos extintos e de ritos romanos em desuso que considero valiosos, bem como alguns ótimos trechos da Escritura, pois todos eles me fazem tirar mais proveito de cada parte da Missa e, se for o caso, da Confissão também.
Alguns desses pequenos ritos não são facilmente realizados nas paróquias a que vou, pelo menos. É o caso do acender velas e lamparinas. Outros, como o tirar os sapatos, podem distrair os outros, então prefiro não fazê-los durante a Missa.
Em cada trecho da Escritura e alguns pequenos ritos, pus a passagem correspondente.
Pode ser que seja útil a vocês. Para mim tem sido bastante.
A restauração da Monarquia, – ponderava já De La Barre de Nanteuil –, não é simplesmente a restituição do poder ao rei, mas a restauração de todas as leis fundamentais do povo. Pois, exactamente, nas «leis fundamentais» do povo, é que a nossa Monarquia tradicional assentava a sua razão histórica de existir. Não pensemos, de modo nenhum, em que seriam preceitos escritos, formando o que em boa mitologia política se convencionou chamar uma «constituição». Saídas de vários condicionalismos, tanto sociais como físicos, duma nacionalidade, formariam, quando muito, pelo consenso seguido das gerações, a observância dos princípios vitais da colectividade, Família, Comuna e Corporação, ou seja Sangue, Terra e Trabalho, cujo conjunto admirável Le Play designaria de «constituição-essencial».