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Liturgia

Estrutura do Ofício Parvo

Dando continuidade à série de postagens sobre o Ofício Parvo, vou agora apresentar uma sistematização da organização dele:

Ofícios:

Existem três Ofícios:

  • O Primeiro, recitado a partir das Matinas do dia 3 de fevereiro até as Vésperas do sábado antes do 1° Domingo do Advento exclusive, com exceção da festa da Anunciação da Santíssima Virgem, na qual se reza o Ofício do Advento;
  • O Segundo, recitado desde as Vésperas do sábado anterior ao 1° Domingo do Advento até as Vésperas do Natal, exclusivamente, e nas Vésperas da festa da Anunciação de Nossa Senhora;
  • O Terceiro, reza-se desde as Vésperas da Vigília do Natal até as Completas do dia 2 de fevereiro inclusive.

Outras pequenas variações que seguem os tempos litúrgicos da Igreja, como o Pascal, são incluídas no Primeiro Ofício.

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Catequese Espiritualidade

É possível se converter “aos pouquinhos”?

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Catequese Espiritualidade

Quem não tem fé, não ama!

É opinião comum que não importa no que as pessoas creem: o importante é o amor.

Mas na “engenharia da santidade” as coisas não são bem assim. Neste mundo, a fé pode existir numa alma que esteja em pecado mortal e que, portanto, tenha perdido o amor-caridade. Mas jamais poderá haver uma só migalha de caridade numa alma que não tenha fé.

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Espiritualidade

A devoção ao Sangue de Cristo

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Crise Eclesiologia Liturgia

A culpa é dos pais…

No último dia 23 recebi a feliz notícia que um dos vocacionados saídos do grupo de fiéis ligados à liturgia romana tradicional aqui em Recife foi ordenado sacerdote na Alemanha como membro da Fraternidade de São Pedro. Cheguei a falar dele quando escrevi uma pequena história desse grupo em 2013; na época ele tinha recebido a batina, ato que segundo as normas canônicas antigas implicava na entrada do estado clerical (tais normas hoje só são simbólicas, gostem os traditional borings disso ou não). Há toda uma galeria de fotos da ordenação que pode ser acessada aqui.

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Eventos

São João na Soledade

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Espiritualidade

Como controlar nossa ira?

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Política Sociedade

O politicamente correto faz uma nova vítima: o Bacamarte

Lendo hoje um artigo de José Teles no Jornal do Commercio de Recife sobre o relançamento de dois clássicos da história local (Arruar – História pitoresca do Recife antigo e Bacamarte, Pólvora e Povo), fiquei sabendo que um dos maiores mestres bacarmarteiros vivos. Lenilson Ferreira da Silva, chegou a ser preso em 2009, sobre a alegação de ser “fabricante de arma de fogo”. Esse é mais um exemplo de como o tal Estatuto de Desarmamento perfaz uma norma  estranha à realidade e ao ethos nacional, configurando mais um exemplo fadado ao fracasso da ideia de que a “redenção” virá pelo Estado. Para certos agentes da polícia o velho bacamarte da Guerra do Paraguai, que só recebe pólvora hoje em dia, deve ter o mesmo poder de fogo de um AR-15: