
A Missa será na recém restaurada Igreja de Nossa Senhora da Conceição dos Militares:

A Missa será na recém restaurada Igreja de Nossa Senhora da Conceição dos Militares:
Análise de um “insider” na Cúria Romana sobre o que é crível ou não nas notícias sobre um possível parêntesis ao Summorum Pontificum e o perigo de guerra civil caso as piores suspeitas se concretizem.
Commander Reportedly Tells Troops ‘White People Are Part of the Problem’
O identitarismo começa a ameaçar o exército americano.
The Brave Greek Priest Who Held a Divine Liturgy in Hagia Sophia in 1919
A incrível história da última Missa celebrada em Santa Sofia, Constantinopla, que não foi em 1453, mas em 1919.
Irish couple aborts son with ‘fatal foetal abnormality,’ then finds out he was perfectly healthy
Casal irlandês que aceitou um aborto a conselho de médicos, porque seu filho nasceria com sérios problemas, descobriu depois que a criança era perfeitamente saudável. No “mundo do aborto” os horrores se sucedem diariamente.
Origem laboratorial da peste chinesa – série de artigos de Flávio Gordon para a Gazeta do Povo nos quais a origem laboratorial do Sars-Cov-2 é analisada:
Uma rápida análise sobre a origem, prática e importância do Ofício Divino.
Uma análise sobre o fenômeno dos jovens padres midiáticos, que defendem, com fala mansa, a revolução identitária dentro da Igreja, mas vivem como pequenos burgueses.
The Enemies of Summorum Pontificum Want War!
Mais “fofocas” sobre possíveis restrições às celebrações no rito romano tradicional e à vida espiritual que existe ao redor dele.
Fired by Bot at Amazon: ‘It’s You Against the Machine’
Algoritmos demitem pessoas na Amazon e a apelação para pessoas reais é quase impossível. Esse mecanismo só fará crescer as tensões nas relações de trabalho caso se espalhe por outras empresas.
Trechos de um ótimo texto sobre o gênero na língua portuguesa e a polêmica em torno dele suscitada pelos divulgadores da ideologia de gênero:
Segundo pesquisadores da área, usar o gênero masculino para se referir a um grupo de pessoas, homens e mulheres, não é uma forma de preconceito. A origem desse uso estaria no latim – que lançou as bases da língua portuguesa e de outras línguas latinas, como o francês e o espanhol.
Assim, se o que é visto como gênero masculino, na verdade é um gênero neutro, não há prevalência do masculino nos discursos – o ponto que seria criticado ao sugerir a substituição de “o” por “x”, por exemplo. O único gênero que recebe marcação na língua portuguesa é o feminino.
É isso que aponta o linguista Joaquim Mattoso Câmara Jr., em pesquisas sobre linguagem desenvolvidas desde a década de 1940. No artigo “Considerações sobre o gênero em português”, um dos principais trabalhos produzidos no Brasil sobre o tema, o linguista explica que o gênero feminino é, em português, uma particularização do masculino. Essa particularização é feita pela terminação “a”, que é diferente da terminação neutra “o”.
Recentemente o pesquisador e professor da Unicamp Sirio Posseti destacou que a única marcação de gênero é o feminino. “Os nomes [substantivos] com marca de gênero, em português, coincidem exatamente com os que estamos acostumados a considerar femininos. Os outros casos, todos, seriam considerados sem gênero (inclusive os nomes considerados masculinos)”, diz.
“É por isso que dizemos ‘o circo tem dez leões’ mesmo que tenha cinco leões e cinco leoas, mas não dizemos, no mesmo caso, que tem dez leoas. Também é por isso que se pode dizer que ‘todos nascem iguais em direitos…’, o que inclui as mulheres, mas não se incluiriam os homens se a forma fosse ‘todas nascem iguais em direitos…’.”, explica Posseti.
Essa regra, chamada por pesquisadores da área de “masculino genérico”, surge nas origens da língua portuguesa. No latim, as palavras podiam receber três marcações de gênero: feminino, masculino e neutro – este último com a terminação “u”. Na transição do latim para o português, a semelhança entre masculino e neutro fez com que ambas as categorias fossem resumidas em uma só, que hoje entendemos como masculino.
Esse tipo de falta de conhecimento somada à loucura é que está na base de cenas constrangedoras como a seguinte:

Pergunta recebida de um leitor:
Os gêmeos univitelinos se desenvolvem a partir de um único óvulo fecundado e, como se afirma que a alma é infundida no momento da fecundação, o que se dá no caso deles?
Instantaneamente após a fertilização, o óvulo fecundado possui a matéria necessária para formar um novo ser humano. Portanto, possui forma humana (leia-se alma).
Mesmo contendo células indiferenciadas, o zigoto já possui a matéria necessária para dali nascer um novo homem. Se em algum momento aquele zigoto se dividir, dando origem a um novo tecido e no caso desse tecido possuir, do mesmo modo, matéria própria para a geração de um novo homem, então lhe será infundida uma nova alma, criada por Deus naquele instante.
Reflexão de Carlos Nougué feita no Facebook:
Uns dizem que devemos alegrar-nos com sua morte porque assim se protege a sociedade. Outros dizem que não devemos alegrar-nos com ela porque, como se lê em Ezequiel, Deus não se alegra com a morte do pecador. No entanto, o correto quanto a este assunto reside, uma vez mais, no justo meio; e este quase sempre requer explicação algo longa. Se pois você quer de fato saber como nos devemos sentir diante da morte de Lázaro, dê-se por favor ao trabalho de ler o que escrevo abaixo.
1) Antes de tudo, Deus de fato não se alegra nem entristece com nada, porque não é sujeito de paixões, como o somos nós. Quando se lê nas Escrituras que Deus se ira, ou se alegra, ou se arrepende de algo, trata-se sem dúvida de metáfora, assim como as mesmas Escrituras falam metaforicamente do braço de Deus para indicar sua virtude operativa.
2) No caso da passagem de Ezequiel, trata-se antes da morte espiritual – ou seja, a segunda morte do Apocalipse, ou seja, a condenação eterna ao lago de fogo e de enxofre – que da morte física do pecador, ou de sua morte física pela qual morre em pecado mortal.