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Contrarrevolução Política

Fascistas são os outros: um exemplo concreto

Em 2010 publiquei um texto que analisava o fato da esquerda instrumentalizar a palavra fascista (assim como certa direita, diga-se de passagem, faz com termo comunista) para mil e um propósitos, todos distantes do rigor acadêmico; hoje a tarde, na UFPE, recebi um fruto concreto disso: um panfleto contrário a exibição do documentário O Jardim das Aflições, por ele supostamente ser uma peça publicitária da “direita fascista”. Julguem por si mesmos:

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Contrarrevolução Eventos Filosofia Sociedade

Jardim na UFPE

O Jardim das Aflições, o filme que não deveria existir, mostra parte da vida e do pensamento do filósofo Olavo de Carvalho, autor de livros como O Imbecil Coletivo, Aristóteles em nova perspectiva, o best seller O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota e O Jardim das Aflições, livro que serviu de base ao documentário.

A exibição acontecerá na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), dia 27/10, sexta feira, às 16h, no Auditório Barbosa Lima Sobrinho, CFCH. Contará com a presença do escritor Ronaldo Castro de Lima Júnior e de Josias Teófilo, diretor do filme.

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Contrarrevolução Espiritualidade

Vida monástica

Um pequeno documentário sobre o Priorado de Silverstream, um mosteiro tradicionalista da Irlanda:

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Contrarrevolução Crise Cultura Sociedade

Idolatria Moderna

Todas as coisas criadas são intermediários, sinais, aparências. Mas algumas, dentre elas, são intermediários em segundo grau, sinas de sinais, aparências de aparências. Assim sucede com o dinheiro, as honrarias, os títulos, os prazeres artificiais, etc. E são precisamente estes fantasmas o objeto preferido da idolatria moderna, são estes bens ultra-relativos os que mais captam o nosso desejo de absoluto. Já se não adora o sol, as plantas ou os animais (que pelo menos têm o mérito de serem intermediários necessários entre o homem e o seu fim supremo), mas sim uma etiqueta política, uma condecoração, uma nota de papel.

Como o culto antigo de Cybelis, o de Cypris, ou mesmo o de Príape, que correspondiam às profundas realidades naturais, se revelam sãos e vivos em comparação com o culto actual dos mais vãos elementos da nossa existência! A idolatria moderna rege-se pela lei do menor coeficiente de realidade. E ainda quando se abate sobre coisas necessárias e naturais, as despoja da sua realidade, da sua substância, fá-las sobras e joguetes. Assim, a idolatria do amor sexual não adora, na mulher, a esposa ou a mãe tal como Deus a quis; substitui-a, segundo incida sobre o corpo ou sobre a alma, quer por um instrumento de prazer estéril, isto é, um ser degradado, quer por um produto de sonhos impossíveis, isto é, um ser imaginário. A idolatria antiga (pelo menos na sua fase inicial) elevava para Deus as coisas da natureza, enquanto que a idolatria moderna as degrada até ao nada.

– Gustave Thibon (O pão de cada dia. Colecção Éfeso, Lisboa: Editorial Aster)

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Arte Contrarrevolução Cultura

O Brasil moderno e seu ódio ao Brasil antigo

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Contrarrevolução Família

A mão invisível que destrói as famílias

Os casamentos mal começam e já terminam. Os pais descuidam completamente da educação de seus filhos. Os irmãos vivem em pé de guerra dentro de casa. Os filhos já não querem saber mais de seus pais.

O que está acontecendo? Por que as famílias não estão mais dando certo? De quem é essa “mão invisível” que destrói os nossos lares?

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Bíblia Contrarrevolução

Notas sobre o Apocalipse e o ateísmo

Notas em áudio de Mário Ferreira dos Santos sobre a interpretação do Apocalipse e sobre o ateísmo militante:

Mário Ferreira dos Santos

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Contrarrevolução Crise Cultura

Entrevista do Patriarca Russo

Nos últimos anos, devido à continuidade dos problemas na Esposa de Cristo, muitos bons católicos foram atraídos pelo canto de sereia das igrejas autoproclamadas ortodoxas. Infelizmente isso pode até ter sido incentivado pela mais alta autoridade, já que desde o pontificado de João Paulo II uma noção equivocada de ecumenismo com os membros de tais grupos se espalhou. Todavia, fazendo essa ressalva, temos de reconhecer o certo e o justo quando ele aparece na nossa frente venha de onde vier, pois de alguma maneira misteriosa ele é sempre um reflexo de Deus; assim sendo, vi com grande interesse a entrevista abaixo com o Patriarca da Igreja Ortodoxa Russa, filmada em novembro do ano passado e ainda atualíssima.

Na entrevista, o Patriarca fala sobre o domínio do politicamente correto no mundo Ocidental e de como isso é um empecilho para que as pessoas professem a fé cristã, fala sobre as perseguições aos cristãos no Oriente Médio, analisa o fato das sociedade de muitos países, pela primeira vez na história, estarem fazendo leis dissociadas de qualquer justificativa moral objetiva, enfim, ele reflete sobre nossa crise civilizacional. Vale a pena ver: