Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
O que se discute menos é a polarização da cultura, e as novas câmeras de eco dentro das quais ouvimos e vivenciamos os atuais sucessos culturais. (…) Agora não existe nada tão popular quanto as antigas séries; as únicas partes da cultura compartilhada que chegam perto são eventos esportivos periódicos, vídeos virais e paroxismos ocasionais de indignação política.
Em vez disso, estamos voltando à era cultural que antecedeu o rádio e a televisão, período no qual o entretenimento era fragmentado e sob medida, quando satisfazer um nicho era um imperativo econômico maior do que entreter a sociedade como um todo.
“Estamos de volta ao normal, de certa forma, porque antes de existir o rádio ou a teledifusão, não havia uma cultura compartilhada”, diz Lance Strate, professor de comunicação da Universidade Fordham. “Durante a maior parte da história da civilização, não houve nada como a televisão. Foi um momento realmente ímpar da história ter tantas pessoas assistindo à mesma coisa ao mesmo tempo.”
– Farhad Manjoo (Público na TV se pulveriza cada vez mais – New York Times/Jornal do Commercio, Recife, 27 de janeiro de 2017)
Na semana retrasada, depois de quase três meses entre greves (dos técnicos e depois dos professores), ocupações e enrolações típicas das universidades federais, voltei às aulas (sou advogado e estudo geografia) para concluir uma parte das disciplinas. Obviamente, não pude deixar de notar os estragos feitos no edifício onde se situa a sede de meu curso e falar, com colegas e professores, sobre o que ocorreu em outros dois prédios próximos.

Ficando no que me diz respeito diretamente, a contradição foi flagrante: pessoas que proclamam lutar por uma causa republicana, depredaram o bem público. E isso não foi nenhuma surpresa, é um comportamento esperado a partir da tolerância contumaz da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) com grupelhos e indivíduos ligados a um envelhecido radicalismo de esquerda; com facilidade eu poderia fazer uma lista de episódios de intolerância ideológica que presenciei ou que aconteceram comigo no último ano e que são perfeitamente representados neste trecho de um artigo de Cláudio de Moura Castro (Quem os representa?, Veja, 14 de dezembro de 2016), no qual ele descreveu a balbúrdia provocada por sindicalistas numa conferência dada por a professores:
Lutero adulterou a Bíblia sim!
O católico e a Igreja
Pareceria haver grave necessidade hoje em nosso país de instrução exata e clara sobre a obrigatoriedade e a qualidade do amor que os católicos devem ter pela verdadeira Igreja de Jesus Cristo. A afeição de um católico pela sua Igreja é uma realidade valiosa demais para ser descuidada ou simplesmente considerada como coisa já consolidada. O católico que falha em dedicar à Igreja uma devoção e uma lealdade generosas arruína a sua própria vida espiritual e subtrai da obra corporativa de Cristo na sociedade de Seus discípulos. A fim de que a nossa gente possa ser preservada dos efeitos calamitosos que decorrem da minimização ou da retenção do amor pela Igreja, explicitar alguns ensinamentos sobre esse ponto é sumamente oportuno.
leia o restante em Luzeiros da Igreja em língua portuguesa – CVIII — Acies Ordinata
O ensino da prece cristã
Ensinada pelo próprio Jesus, a oração do Pai Nosso surge a partir de um pedido de seus discípulos: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lucas XI, 1). Cristo, por sua vez, não só ensina a fazer oração, como reforça a necessidade de rezarmos sem jamais desanimar. No entanto, a pergunta que muitos fazem é: por que, afinal, rezar é tão importante? Não seremos salvos de qualquer modo?
Efemérides de 2017

Algumas efemérides deste ano:
- 500 anos da revolta protestante (31 de outubro de 1517);
- 300 da fundação da maçonaria moderna, arqui-inimiga da Igreja (24 de junho de 1717);
- 300 anos da “pesca” da imagem de Nossa Senhora Aparecida (16 de outubro de 1717);
- 100 anos da revolução comunista na Rússia (8 de março e 8 de novembro de 1917);
- 100 anos de ordenação episcopal de Eugenio Pacelli, o futuro Papa Pio XII, o último antes da revolução conciliar (13 de maio de 1917);
- 100 anos de Fátima (de 13 de maio a 13 de outubro de 1917);
- 100 anos da publicação do primeiro código de direito canônico ocidental (27 de maio de 1917);
- 100 anos da Declaração de Baulfour, que reforçou o sionismo (2 de novembro de 1917).