Os protestantes excluíram o Matrimônio do rol dos sacramentos, alegando que ele já existia no Velho Testamento e, portanto, estava mais ligado à “vida do corpo” que à Nova Aliança. É verdade que o casamento existe desde a Criação, mas Nosso Senhor Jesus Cristo realmente o elevou à dignidade de sacramento, transformando-o em sinal do Seu amor pela Igreja.
Texto original: Athanasius Contra Mundum
Publicação: Pela Fé Católica
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Hoje mesmo, a Congregação para o Culto Divino, devido à ordem do Papa Francisco, decretou que as mulheres podem ser incluídas no Mandatum, que é a cerimônia do lava pés que ocorre na Quinta-feira Santa, para observância neste ano. Assim, o deus das surpresas veio visitar-nos apenas a tempo para Septuagésima e o início da Quaresma.
Combater o bom combate
Prof. Nougué desafia as pretensões do mundo moderno em julgar a Inquisição, instruindo os católicos sobre qual deve ser sua posição diante da dramática situação atual.
Texto do confrade Rui:
Gostaria de fazer uma interpretação metafísica ou ontológica da teoria da evolução, com base na causalidade, e submetê-la à apreciação dos confrades.
Em primeiríssimo lugar, não se trata de negar a teoria da evolução. Embora eu não seja evolucionista, considero que, em princípio, ela seria possível, mas, como a ciência moderna afastou-se das bases filosóficas que a sustentam, acho interessante fazer essa interpretação.
Uma dica do confrade Karlos:
Para corais sem experiência as partes próprias da Missa pode ser cantada em tom salmódico. E no caso de menos experiência ainda, só é necessário cantar, do próprio, o Gradual e o Aleluia (ou o Tracto, quando for conveniente) em tom salmódico. Fica sempre obrigado o canto do ordinário.
Para o ordinário, a Congregação dos Ritos, a fim de fomentar a participação do povo permitiu o que os missais dos fieis chamam de “Missa Usual” (são peças mais fáceis).
A Missa Usual consta de: Kyrie, Sanctus, Agnus Dei da Missa XVI (que é a Missa para as férias do Tempo Comum) e Gloria e Ite da Missa XV (que é para o Tempo do Natal).
PS1: Lembrando da possibilidade de usar para o Gloria os ad libitum (sempre permitidos para qualquer Missa, a não ser rubrica em contrário); entre todos, recomendo o Ambrosiano (que é bem fácil, por ser quase todo em tom reto).
PS2: O Ite da Missa XV (o mais fácil de todos) pode ser usado em qualquer Missa em que o ele é cantado sem aleluia.

Um texto que pode servir de reflexão para aqueles que vão à Missa Tradicional e por algum motivo não conseguem uma explicação naquilo que ele difere do rito novo.
Neste domingo, o Evangelho é a “Parábola dos trabalhadores na vinha”, em que o dono da vinha contrata alguns que trabalham o dia inteiro por uma certa quantia. Depois ele contrato outros, mas já ao fim do dia.
Ao fim do expediente, o dono chama os últimos e lhes paga a mesma quantia que acertara com os primeiros. Estes pensam que receberam mais que o acordado, já que trabalharam mais…
