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Catequese Espiritualidade

Critérios para discernir sobre as revelações privadas

Sempre tive uma certa antipatia pelos “católicos aparicionistas”, isto é, por aqueles que levam mais em conta as revelações privadas, ou supostas revelações, que a Revelação Pública Universal, como explicada pelo Magistério. Isso é claramente um desvio. A postura de quem deixa de meditar nas Escrituras e estudar o catecismo pelas mensagens privadas, na minha experiência de vida, não constrói nada de duradouro, é uma casa com fundações na areia.

Não obstante essa visão, tenho um apreço pelas revelações recebidas por Santa Catarina de Sena e expressas no livro O Diálogo: não sou um cético, ok?!?

Assim, neste momento de obscurecimento das orientações dos pastores da Igreja, cabe a nós, como seres racionais que somos, usar os critérios já estabelecidos pelos séculos de experiência para discernir em cima de possíveis novas revelações e para colocar as antigas “no seu quadrado”. Nesse sentido, vi recentemente um vídeo que já tem mais de um ano do Diogo Rafael Moreira sobre o tema e que me parece ser bem didático e abrangente; por isso, vou postá-lo aqui (a indicação do vídeo não implica, como sempre, no assentimento sobre outros aspectos da visão eclesiológica do autor):

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Apologética Sociedade

Saudações católicas

Quando comecei a ter contato com a antiga TFP, depois com os Arautos do Evangelho e com grupos derivados, em geral ligados ao movimento tradicionalista (Montfort, IBP, etc.), fui apresentado a uma forma de saudação retirada das antigas congregações marianas: “Salve Maria!”. Mais tarde, ao participar dos vicentinos, notei que existe uma outra: “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”; essa, que é mais significativa, só vi entre os filhos de São Vicente de Paulo, mas pessoas bem idosas, na casa dos 90 anos (e isso há 20 anos atrás), tinham me dito que ela era, no passado, mais comum e com uma abrangência maior que a das congregações.

Pois bem, um amigo compartilhou no Facebook um trecho de um antigo manual de orações que dá uma pista sobre a  origem dessa segunda saudação (é uma pista e não a origem pois a origem deve ser alguma prática popular, já que nessa época os papas procuravam não inventar coisas), e que só me fez pensar em como ela deveria ser incentivada novamente:

saudação

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Arte Espiritualidade

Uma noite sem igual

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Catequese Liturgia

Explicação da Santa Missa segundo o rito carmelita

Uma explicação sobre a Santa Missa segundo o rito carmelita (uma das formas tradicionais de celebração associadas ao rito romano histórico):

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Crise Eclesiologia

Legalismo e desorientação

citação2Os irmãos católicos estão desorientados pelo legalismo em todos os lados.

O radtrad diz que o fiel não pode ir ao rito novo.

O continuísta diz que o fiel não pode ir à missa antiga, ou que se é obrigado a assistir uma celebração sacrílega se necessário para cumprir o preceito.

Jesus sabia que o Templo construído por mãos humanas estava se corrompendo, mas seguia o frequentando, nunca quis deixar de estar presente neste lugar; mas não tinha parte com os vendilhões do átrio.

E, fora dos muros, a realidade da Cruz pôde ser contemplada em toda sua dramaticidade, convidando aos que não tivessem medo dos judeus que tinham como rei a César.

– Joathas Bello

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Espiritualidade História Liturgia Teologia

O levantamento da casula nas elevações: tocando a orla da veste de Cristo

Tradução e adaptação de um texto do Dr. Peter Kwasniewski:

Os que suportam sofrimentos e têm fé em Jesus Cristo querem ser curados por Ele de alguma forma, em algum nível. Nos Evangelhos a maneira óbvia de fazer isso era tocar o Divino Mestre ou ser tocado por Ele. Todos tinham visto que Jesus era poderoso para curar, que a cura “saía Dele” e, portanto, acotovelavam-se e empurravam-se para ver se podiam atrair Sua atenção, entrar em contato com Sua mão ou vestimenta, ou mesmo Sua sombra.

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Espiritualidade

Verdade esquecida: todo santo é um místico

citação2Atenção: todo santo é um místico.

Embora nem todo místico seja um contemplativo “professo”, por assim dizer.

Isto significa que o santo “prático” ou “de ação” – do apostolado, da caridade social ou até da atividade política – tem, dentro desses marcos, uma Caridade singular que o distingue claramente dos meros “homens de ação”, e que expressa inequivocamente, em sua atividade, o Fim transcendente, a ele conduzindo.

Ninguém jamais será santo por ser (apenas) um eficiente homem de ação, ou mesmo alguém muito preocupado com os problemas humanos temporais ou a justiça social, o que se pode ser com os recursos meramente naturais, e com o qual se pode ir tranquilamente ao inferno.

– Joathas Bello

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Crise Eclesiologia Liturgia Teologia

Quantos ritos romanos?

Frente as polêmicas recentes levantadas por bons liturgistas que defendem que o rito paulino é superior ao tradicional, Dr. Peter Kwasniewski foi entrevistado para esclarecer uma série de questões sobre o desenvolvimento e a relação entre os dois ritos:

Uma transcrição pode ser lida aqui