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Eventos

Curso sobre a ideologia de gênero

Começa hoje, às 19:30h, um curso sobre a ideologia de gênero a ser ministrado na igreja de Nossa Senhora da Soledade, em Recife, pelo Prof. Aluísio Dantas. Os encontros vão se estender por três segundas-feiras, sempre no mesmo horário (19:30h às 21:30h). Vejam a programação:

23/10 – Percepção da Realidade e Restauração do Senso Comum – O Problema da Verdade

30/10 – Fundamentos Teóricos e Perspectiva Histórica da Ideologia de Gênero

06/11 – A Agenda de Gênero – Dessensibilização e Implantação

A inscrição é gratuita e feita na hora.

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Brasil profundo Nossa Senhora

A mensagem de Aparecida

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Contrarrevolução Eventos Filosofia Sociedade

Jardim na UFPE

O Jardim das Aflições, o filme que não deveria existir, mostra parte da vida e do pensamento do filósofo Olavo de Carvalho, autor de livros como O Imbecil Coletivo, Aristóteles em nova perspectiva, o best seller O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota e O Jardim das Aflições, livro que serviu de base ao documentário.

A exibição acontecerá na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), dia 27/10, sexta feira, às 16h, no Auditório Barbosa Lima Sobrinho, CFCH. Contará com a presença do escritor Ronaldo Castro de Lima Júnior e de Josias Teófilo, diretor do filme.

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Liturgia

Folheto de explicação da Missa

Folheto de explicação da Santa Missa produzido no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro na década de 1930:

Este é um claro exemplar da fase ortodoxa do movimento litúrgico, isto é, da fase em que só se tentava aproximar os fiéis da liturgia, elevando-os.

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Espiritualidade

Santa Teresinha, Lutero e a Misericórdia

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Bíblia Liturgia

Um grande exemplo de leitura expurgada do Lecionário paulino

Já trabalhei em outros dois textos (aqui e aqui) a comparação entre o lecionário do rito paulino e do rito romano tradicional, vamos agora a um exemplo concreto de um dos pontos que destaquei (de autoria de Peter Kwasniewski).

Uma das várias críticas que se fazem ao Lecionário do Novus Ordo é que ele não contém passagens que fizeram parte das leituras na missas durante séculos e séculos (e que ainda podem ser ouvidas onde se celebra no rito gregoriano) ou que editou pesadamente outras. Como percebe qualquer um que já olhou com atenção as leituras do rito paulino, pular versículos nessa forma litúrgica parece que era um passatempo dos seus “designers”, em especial quando a perícope tem muita “negatividade”.

Alguém pode então dizer:

– Vai se ter de pular algo se a intenção é incluir a maior quantidade possível da Bíblia, não é?  

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Contrarrevolução Espiritualidade

Vida monástica

Um pequeno documentário sobre o Priorado de Silverstream, um mosteiro tradicionalista da Irlanda:

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Contrarrevolução Crise Cultura Sociedade

Idolatria Moderna

Todas as coisas criadas são intermediários, sinais, aparências. Mas algumas, dentre elas, são intermediários em segundo grau, sinas de sinais, aparências de aparências. Assim sucede com o dinheiro, as honrarias, os títulos, os prazeres artificiais, etc. E são precisamente estes fantasmas o objeto preferido da idolatria moderna, são estes bens ultra-relativos os que mais captam o nosso desejo de absoluto. Já se não adora o sol, as plantas ou os animais (que pelo menos têm o mérito de serem intermediários necessários entre o homem e o seu fim supremo), mas sim uma etiqueta política, uma condecoração, uma nota de papel.

Como o culto antigo de Cybelis, o de Cypris, ou mesmo o de Príape, que correspondiam às profundas realidades naturais, se revelam sãos e vivos em comparação com o culto actual dos mais vãos elementos da nossa existência! A idolatria moderna rege-se pela lei do menor coeficiente de realidade. E ainda quando se abate sobre coisas necessárias e naturais, as despoja da sua realidade, da sua substância, fá-las sobras e joguetes. Assim, a idolatria do amor sexual não adora, na mulher, a esposa ou a mãe tal como Deus a quis; substitui-a, segundo incida sobre o corpo ou sobre a alma, quer por um instrumento de prazer estéril, isto é, um ser degradado, quer por um produto de sonhos impossíveis, isto é, um ser imaginário. A idolatria antiga (pelo menos na sua fase inicial) elevava para Deus as coisas da natureza, enquanto que a idolatria moderna as degrada até ao nada.

– Gustave Thibon (O pão de cada dia. Colecção Éfeso, Lisboa: Editorial Aster)