
O Motu Proprio do Papa Francisco sobre a liturgia, Magnum Principium, ainda não teve seu alcance totalmente entendido, e nem acho que isso se depreenda da exege de seu texto, como alguns quiseram fazer, antes, ele vem atender aos anceios psicológicos dos membros de certas conferências episcopais, como a brasileira, que temem que aconteça com a Missa Nova em português brasileiro o que aconteceu em 2011 nos EUA, isto é, o uso de uma tradução mais fiel ao latim. Desse modo, para se contrapor a mais essa bomba relógio, vou publicar minha tradução e adaptação do capítulo 12 do livro Resurgent in the Midst of Crisis: Sacred Liturgy, the Traditional Latin Mass, and Renewal in the Church, de Peter Kwasniewski, no qual esse conhecido estudioso da liturgia faz uma reflexão pessoal sobre o latim:
Muitos argumentos convincentes podem ser e foram dados em favor da preservação da língua latina na vida litúrgica da Igreja Católica Romana – até mesmo o Concílio Vaticano II, na sua Constituição sobre a Sagrada Liturgia, a Sacrosanctum Concilium (1963), fez isso, seguindo de perto a impressionante Constituição Apostólica Veterum Sapientia (1) de João XXIII (1962). Como sabemos, as afirmações deste último Papa e do Vaticano II sobre o latim litúrgico foram mais ou menos canceladas pelas decisões mal refletidas de Paulo VI, que mais uma vez demonstrou ao mundo que se o Sumo Pontífice goza do carisma da infalibilidade ao ensinar verdades sobre a fé e a moral, não tem essa graça nos seus julgamentos prudenciais, incluindo as disposições sobre os elementos mutáveis da liturgia. De qualquer forma, meu propósito aqui não é catalogar e rever os argumentos em favor da língua latina, uma tarefa, como disse, exaustivamente feita por outros ao longo dos séculos, mas falar meramente sobre minha experiência pessoal, sobre onde e quando a unidade impressionante do latim teria feito mais sentido que a Babel das línguas vernáculas.
Eu e minha esposa moramos na Áustria por sete anos e meio. Estar na Europa me convenceu acima de todas as dúvidas que a mudança pós-conciliar do uso exclusivo do vernáculo na Missa foi a mais pueril de todas. Ao invés de tornar a Missa mais acessível, ela a localiza, particulariza e relativiza, fechando-a a quem não fala a língua local; turistas ou imigrantes católicos são empurrados a um ambiente estrangeiro que os aliena mais do que a solenidade do latim litúrgico alienou um simples camponês do passado. De fato, devido à sua aura penetrante de sacralidade e seu perceptível foco no mistério da Eucaristia, a liturgia tradicional, mesmo quando não tem suas palavras totalmente entendidas, molda melhor a alma que a nova liturgia cerebralmente compreendida.
A Bíblia e a Igreja
A Igreja Católica no Brasil celebra em setembro o mês das Sagradas Escrituras. Mas qual é mesmo o relacionamento entre Igreja e Bíblia?
Nesta aula, aproveitando a ocasião da recente polêmica criada pelo pastor Silas Malafaia contra o Bispo de Palmares, Dom Henrique Soares da Costa, Padre Paulo Ricardo oferece aos fiéis católicos um aprofundamento necessário sobre a relação entre Igreja e Bíblia.

Em comemoração aos 90 anos da Paróquia Nossa Senhora da Soledade (Recife), o Ensemble Vocal Cantamus apresenta o concerto “Stabat Mater”, cuja temática reflete o sofrimento de Cristo na cruz, através da dor e da percepção de sua Mãe, Maria Santíssima.
No programa, dentre outras peças, estão a Cantata “Widerstehe doch der Sünde” BWV 54, tendo como solista o Contratenor Sebastião Câmara, e a aria “Blute nur, du liebes Herz” da Matthäus-Passion, cantada pela soprano Nadja Sousa. Finalizando o concerto, teremos o “Stabat Mater” Op. 138 do compositor Liechtensteinense Joseph Rheinberger.
A entrada é franca.
Os casamentos mal começam e já terminam. Os pais descuidam completamente da educação de seus filhos. Os irmãos vivem em pé de guerra dentro de casa. Os filhos já não querem saber mais de seus pais.
O que está acontecendo? Por que as famílias não estão mais dando certo? De quem é essa “mão invisível” que destrói os nossos lares?