Enquanto isso no metrô de Paris:
Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
Conversão X Ecumenismo

Os últimos pronunciamentos romanos e, mais recentemente, o vídeo do Papa Francisco sobre suas intenções para este mês, deixaram alguns perplexos.
Sedevacantistas, ignoram-no completamente.
Tradicionalistas, discursam o “eu já sabia”.
Neoconservadores, calam-se. Não há como defender o indefensável.
Progressistas, louvam e se entusiasmam.
Mas, o fiel médio, como fica nisso tudo? Qual a doutrina da Igreja a esse respeito? Este texto, tradução de um publicação do Rorate caeli, pode ajudar a guiar algumas almas que estão como que sem pastor. Resistamos porque sabemos que quando o Pastor é ferido, as ovelhas tendem a se dispersar (cf. Mt 26,31).
O livre arbítrio e a graça
Texto do confrade Karlos Guedes:
Existe na teologia especulativa um longo e acirrado debate sobre como harmonizar o livre arbítrio do homem com a doutrina da graça. São, basicamente, duas linhas de pensamento: a escola tomista, que exalta a graça como o princípio da conversão do homem; e a molinista, que exalta a escolha humana no processo de justificação.
Antes de mais, o primeiro passo que devemos dar quando queremos entender um assunto é deixar bem definido e compreendido os termos da questão. Neste texto, portanto, faremos a definição de certas expressões para se entender melhor em que consiste a liberdade do homem e a graça de Deus.
Faremos então: definição dos termos, a saber: liberdade (inteligência, vontade e livre arbítrio); graça (com todas as suas divisões); situação básica das duas escolas; e por fim ousaremos propor uma harmonização.
Debate sobre o aborto
Debate sobre o aborto com o Professor Hermes R. Nery, da Comissão da Defesa da Vida da regional Sul da CNBB, e a Professora Regina Soares, coordenadora da ONG “Católicas pelo direito de decidir”.
Na semana passada recebi, como todos os anos, o cartão de Natal dos príncipes D. Luiz e D. Bertrand de Orleans e Bragança (os Correios atrasaram), e, desta vez, ele trouxe um interessantíssimo texto comemorativo do segundo centenário da formação do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Como católico, sou monarquista, porque esse é o regime mais de acordo com a vontade de Deus, e também sou contrário ao nacionalismo excludente, fruto da modernidade, que eclipsou o legítimo cultivo do patriotismo a partir do século XVIII; desse modo, só posso lamentar que o Reino Unido não tenha durado até hoje (incluindo outras nações da cristandade lusófona), pois ele foi como que o último suspiro de um projeto de evangelização mundial que respeitava os legítimos direitos e identidades locais e se punha em confronto com a demagogia supostamente democrática. Obviamente não estou dizendo que devíamos lutar pela volta desse projeto, posto que a história andou e não retorna ao mesmo ponto. Vamos ao texto:
No dia 16 de dezembro de 1815, por Carta de Lei, o Príncipe Regente D. João elevou o Brasil à condição de Reino Unido a Portugal e Algarves. Estamos comemorando neste mês o segundo centenário desse marcante acontecimento de nossa história.
Aula em que Orlando Fedeli explica a relação entre homem e mulher como uma analogia da relação entre Cristo e a Igreja.
A luta contra a vaidade
Ao rezar, quem nunca foi acometido por aquele “observador incômodo”, tentando à armadilha da vanglória? “Nossa, como você é santo! Puxa, como você é virtuoso!” Qual a doença por trás dessa tentação tão comum? Como lutar contra essa voz teimosa e insistente incitando ao pecado da vaidade?