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Espiritualidade Santos

A vida extraordinária de São Charbel Makhluf

No dia 24 de julho, no rito paulino, celebra-se a memória de São Charbel Makhluf (1828-1898).

Talvez desconhecido para alguns, São Charbel foi um dos santos mais extraordinários da história mais recente da Igreja. Após a sua morte, o seu corpo incorrupto deixou atônitos os cientistas: totalmente flexível e sem nenhum sinal de decomposição, parecia vivo. Além disto, de seu corpo jorrava um líquido inexplicável que, utilizado pelos fieis, realizava milagres extraordinários.

Conheça a vida deste monge e sacerdote que, como grande taumaturgo, intercede por nós e nos espera no céu. Ainda hoje ele nos ensina a viver com o coração voltado para a eternidade.

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Contrarrevolução Monarquia

Monarquia e restauração das leis

reiA restauração da Monarquia, – ponderava já De La Barre de Nanteuil –, não é simplesmente a restituição do poder ao rei, mas a restauração de todas as leis fundamentais do povo. Pois, exactamente, nas «leis fundamentais» do povo, é que a nossa Monarquia tradicional assentava a sua razão histórica de existir. Não pensemos, de modo nenhum, em que seriam preceitos escritos, formando o que em boa mitologia política se convencionou chamar uma «constituição». Saídas de vários condicionalismos, tanto sociais como físicos, duma nacionalidade, formariam, quando muito, pelo consenso seguido das gerações, a observância dos princípios vitais da colectividade, Família, Comuna e Corporação, ou seja Sangue, Terra e Trabalho, cujo conjunto admirável Le Play designaria de «constituição-essencial».

De «Monarquia limitada pelas ordens», classificaram os tratadistas portugueses a nossa antiga Realeza. Correspondendo às forças naturais da sociedade, organizadas e hierarquizadas em vista ao entendimento e bases do comum, as «ordens» do Estado eram, a dentro dos seus foros e privilégios, as depositárias natas dessas «leis fundamentais». Cada associação, cada classe, cada município, cada confraria rural, cada behetria, possuía na Idade Média o seu estatuto próprio, a sua carta de foral. Legislação positiva destinada a normalizar e a coordenar as exigências da vida quotidiana, tomava o «costume» por base e consagrava a experiência como sua regra inspiradora.

– António Sardinha (A Teoria das Cortes Gerais)

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Política

Golpes e golpes

Os últimos acontecimentos na Turquia, que infelizmente não resultaram na derrubada do populista islâmico Erdogan, mostram, de modo claro, como a tese de golpe, isto é, de um movimento sem lastro popular, defendida pelos aloprados da esquerda no que se refere ao impechment de Dilma, é uma lorota. Lá, goste eu ou não, Erdogan contou com a massa que foi à rua para defendê-lo, e defendê-lo a ponto de perder a vida; aqui ninguém se mexeu, num claro sinal da legitimidade de todo o processo de retirada da Apedeuta do poder.

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Espiritualidade

O que é o escapulário? Como usá-lo?

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Bíblia

O sal pode perder o sabor?

Recebi o seguinte questionamento de Cristina:

Em Mateus V, 13 lemos:

Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens.

Como isso é possível? O sal pode perder o sabor? Esse ensino se baseia numa possibilidade fictícia? Recebi essa pergunta de um ateu.

Não, Ele não se enganou!

Mas, em primeiro lugar, vale lembrar que o valor espiritual do que está dito é que importa, seja usando um exemplo real, seja um fictício. O sal é um conservante, assim, a ilustração de Nosso Senhor significa que seus discípulos deviam proteger outros da degradação espiritual e moral.

Agora, falando sobre a possibilidade do sal perder seu gosto peculiar, a The International Standard Bible Encyclopedia diz: “O sal da região do Mar Morto geralmente estava misturado com outros minerais e podia acabar se dissolvendo, sobrando apenas uma substância sem gosto”. Portanto, podemos entender por que o Divino Mestre descreveu essa substância como algo que “para mais nada serve senão para ser lançado fora”. A enciclopédia acrescenta: “Embora o sal do Mar Morto fosse inferior à maioria dos outros sais marinhos por causa de sua impureza, ele era a principal fonte de sal da Palestina em vista de seu fácil acesso (podia ser simplesmente recolhido à beira mar).” Para mim isso ainda acrescenta outra lição espiritual: todos os que são “impuros”, caso venham a ser “recolhidos pela graça”, podem se tornar “conservantes espirituais”!

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A vida de São Luís Gonzaga

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Ética e moral Catequese

É pecado usar roupas curtas ou colantes?

Não assino embaixo de todas as conclusões do Pe. Paulo Ricardo nesse vídeo, mas o fato dele expor o tema remetendo a princípios e não a uma ridícula lista de pode e não pode já um progresso no tipo de abordagem que geralmente vemos católicos conservadores ou tradicionalistas fazerem.