Quero compartilhar as fotos da primeira edição (em gráfica) de nosso ordinário num tamanho grande (está sendo vendido a 10 reais aqui em Recife):


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Pequeno documentário, em inglês, que de uma maneira criativa, usando a linguagem da economia, reflete sobre mudanças causadas pela “revolução sexual” na dinâmica das relações que levam ao casamento.
Um pequeno documentário feito pelo SPORTV sobre o renascimento da prática religiosa na Rússia:
Igreja Ortodoxa da Rússia mantém tradições e beleza
Quiçá possamos aprender algo com esse processo para reconquistar o Ocidente e depois expandir a fé verdadeira naquelas paragens.
O Tempo da Septuagésima é um dos mais antigos do calendário eclesiástico. Ele ainda é celebrado na forma tradicional do rito romano, mas foi abolido no Novus Ordo. Este pequeno documentário (em inglês) destaca o propósito da Septuagésima e sua longa linhagem histórica. Também examina as razões de sua abolição no rito paulino e a perda que isso representa para os fiéis.
Uma pequena reflexão sobre esse tempo litúrgico pode ser lida aqui.
Texto do confrade Karlos:
Cada vez mais eu percebo a grande verdade ensinada pelo Padre da Igreja Santo Agostinho. De fato, há duas cidades: a cidade terrestre e a cidade de Deus, pois “dois amores erigiram duas cidades, Babilônia e Jerusalém: aquela é o amor de si até ao desprezo de Deus; esta, o amor de Deus até ao desprezo de si” (Santo Agostinho, A Cidade de Deus, 2, L. XIV, XXVIII).
A Igreja propõe-nos um tempo de preparação à Quaresma, a fim de que os jejuns e as penitências não nos apanhem desprevenidos: o Tempo da Septuagésima. Assim faz a Jerusalém; assim faz a cidade de Deus; e assim devem fazer seus cidadãos.
O mundo, contudo, nos impõe as prévias, uma época de preparação para o carnaval, em que tudo se inebria e para de funcionar como deveria, às vezes até levando a prejuízo em vários graus. Assim faz a Babilônia; assim faz a cidade terrestre; e assim seus cidadãos.
Parece ser nesta época que se acirra enormemente as duas facções e depressa nos vem à mente as palavras do Senhor: “Não podeis servir a dois senhores” (Mt 6,24).
Católicos, escolhamos corretamente, pois devemos adorar o Senhor Deus, e só a Ele servir (cf. Dt 6,13).
Eu tinha lido vários comentários sobre o filme romeno Além das montanhas (Cristian Mungiu, Romênia, 2013) antes de ir vê-lo, mas nenhum me preparou para o que assisti.
Essa obra cinematográfica conta a história real de um exorcismo que deu errado (em 2005). Devo confessar que duas coisas me atraíram nos textos que li: um possível retrato do obscurantismo dos cismáticos “ortodoxos” e o exorcismo em si mesmo (quem já presenciou casos reais tem sempre um interesse mórbido na questão).
Para minha surpresa, o que o filme relatou foi bem diferente. Nele temos um delicado mergulho na vida de uma comunidade de crentes, convicta de seus princípios, mas, ao mesmo tempo, paciente com as falhas (e os pecados) dos seus membros. Naturalmente, os indiferentes e os que tiveram uma experiência religiosa sociologicamente sectária (mesmo dentro da Igreja) nunca vão entender a convivência entre essas duas facetas.
Algemesi, Valência, Espanha, 25 de outubro de 1936
Na foto, as carmelitas descalças Vicenta Masia, Joaquina Ferragut, María Felicidad Ferragut e Madre María Teresa Ferragut Roig são detidas por milicianos da República. Eles pretendiam obrigá-las a se prostituir com milicianos. Elas se negaram. Foram aprisionadas no mosteiro de Fons Salutis, convertido em prisão. Durante uma semana foram submetidas a vexações e ameaças. Os milicianos voltaram à carga, mas elas foram defendidas pela Madre Superiora María Teresa Ferragut Roig, então com 83 anos. Os republicanos as jogaram em um veículo e as conduziram ao Km 01 da estrada de Algemesi, no local da Cruz coberta de Alcira. A Madre lhes disse: “Quero saber o que vão fazer com minhas filhas, se vão fuzilá-las quero que me fuzilem por último”. Os republicanos lhes ofereceram relações sexuais em troca de suas vidas, mas elas novamente os rechaçaram. Foram então fuziladas. Antes de serem assassinadas, a Madre Superiora lhes disse: “Minhas filhas, não temam. Este é só um momento, mas o Céu é para sempre”!