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Liturgia

Lançamento litúrgico do ano: Diurnal Monástico tradicional

diurnal

Este não tem sido um ano fácil: segunda onda do COVID, turbulência política sem fim, crescimento das tensões militares no extremo-oriente e, para completar, o caudilho, digo, o Papa Francisco mais uma vez abusou de sua autoridade com a publicação de um Motu Proprio baseado em fantasias e erros. Sobre esse último aspecto, que é o único em que posso tentar intervir concretamente, após um desânimo inicial, logo me veio a conclusão de que o melhor modo de se contrapor ao “francisquismo” é valorizando cada vez a principal forma de liturgia com que o Espírito Santo presenteou a Igreja ocidental: o rito romano tradicional.

Isso pode se dar basicamente de dois modos: pela participação nos atos de culto e pelo estudo dos tesouros presentes neles. Claro, nesses dois casos qualquer católico pensa logo na Missa, mas além dela temos o Ofício Divino. Ao longo dos séculos o Ofício se afastou muito da vida diária dos fieis, e isso procurou ser corrigido primeiro com o aparecimento dos Ofícios Parvos, do qual o mais famoso, e que também é uma forma pública de culto, é o Ofício Parvo de Nossa Senhora, e, no influxo da parte positiva do movimento litúrgico, pela publicação de versões latim/vernáculo do Grande Ofício (seja dele todo, seja de porções).

Nesse contexto é que entra a republicação do Diurnal Monástico tradicional pela Editora Realeza, ligada ao conhecido site Obras Católicas. Mas vamos procurar refletir sobre a importância desse livro por partes.

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Informação

Leituras selecionadas (07/2021)

Alguns textos preliminares sobre a nova maluquice do Papa eleito:

How Long Until Pedophilia is Normalized?

De crianças “drag” à visão de que a pedofilia é uma orientação sexual qual será o próximo capítulo do show de horrores em que se transformou o mundo?

The increasing influence of the liturgical school Sant’Anselmo in the Vatican

A crescente influência dos demolidores litúrgicos do Santo Anselmo no Vaticano (inclusive na redação do Motu Impróprio).

Observações sobre a influência do ocultismo no discurso católico tradicional (parte 1 de oito partes)

Primeiro texto de uma série sobre uma suposta infiltração ocultista eme certos ambientes do movimento tradicionalista.

The number of inmates in North Korean political prisons have increased by at least 20,000 since March 2020

O número de prisioneiros políticos tem aumentado na Coreia do Norte como consequência dos esforços do governo em tolher as críticas às medidas tomadas para conter a pandemia do vírus chinês. Lembra muito o que ocorreu em Formosa na Argentina… e o que ocorreu em alguns municípios de nosso país.

O Catecismo de João Paulo II – um dos cumes da “hermenêutica da continuidade”, ou de como perder seguidores por uma só postagem…

Uma análise interessantíssima sobre alguns dos problemas encontrados no texto original do “Catecismo amarelo”.

A herança da divisão

O comportamento autoritário e divisivo de Francisco vem de muito antes…

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Bíblia Liturgia

Elementos bíblicos no Missal Romano (1962)

Um vislumbre, com ajuda de uma tabela, da riqueza bíblica presente no Missal (claro, do rito gregoriano/62):

É bom lembrar que isso não é tudo, pois mesmo as orações de origem eclesiástica muitas vezes apontam para imagens da Escritura.

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Economia Humor Sociedade

“Capeta-lismo”

capetalismo

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Crise Cultura Eclesiologia Liturgia Política

Os quatro velhos e a batalha pela Missa romana tradicional

Tradução e adaptação de um artigo de Jane Stannus:

“Destrua os Quatro Velhos”. Este slogan era central na chamada Revolução Cultural chinesa, lançada em Pequim em 1966. Quais eram os “Quatro Velhos”? Velhas ideias, velha cultura, velhos hábitos e velhos costumes. A destruição começou simplesmente renomeando ruas (qualquer semelhança com o que ocorre hoje no Ocidente, por pressões do “politicamente correto”, não é mera coincidência), lojas e mesmo pessoas, que mudaram seus nomes chineses tradicionais por maluquices do tipo “Vermelho Determinado”.

Revolução culturalA violência logo se seguiu. Guardas vermelhos invadiram as residências dos mais ricos para destruir livros, pinturas e objetos religiosos. Prédios históricos foram demolidos ou tiveram sua visitação vetada. Cemitérios nos quais estavam os restos mortais de notáveis da época pré-revolucionária foram vandalizados, suas tumbas dessacralizadas. Antigos costumes em torno do matrimônio, de festivais e da vida familiar proibidos. Templos e igrejas foram derrubados ou vertidos para algum uso secular.

Por que? Por que tudo isso foi necessário?

Porque, segundo o entendimento de Mao, as tradições do passado tinham de ser destruídas para dar lugar a novas ideias, a uma nova cultura, novos hábitos e novos costumes. Em resumo: o comunismo marxista é tão estranho a qualquer sociedade tradicional, que as pessoas identificadas com ela, seja cultural ou religiosamente, são psicologicamente incapazes de aceitá-lo.

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Arte Liturgia

Diferenças cantando no começo da Missa

Um vídeo interessantíssimo sobre as diferenças que ocorrem quando se canta no começo de uma Missa no rito romano tradicional e no rito paulino (ele remete ao princípio de paralelismo, explicado aqui) – diferenças o bastante para mostrar que a “reforma da reforma”, que alguns neocons estão tentando ressuscitar após o Motu Impróprio, é natimorta:

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Catequese Espiritualidade

Recusar o amor Deus é o princípio do Inferno

Reflexão de Arthur Danzi:

quoteQuando eu penso no Inferno, sempre me vem à mente a instrução de Jesus a Nicodemos:

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz e não vem para a luz para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus” (Jo‬ ‭3:16-21‬).

O ponto fulcral: “E a condenação é esta: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.” Esse trecho me impressionou tanto que eu tive de comparar diversas traduções, e todas concordam que Jesus não diz “a causa da condenação é esta” ou “a condenação se dá por isto”.

Nosso Senhor ensina que amar mais as trevas do que a luz É a própria condenação. Não é que o pecado “obrigue” a justiça divina a nos castigar, mas que o Sumo Bem não tem nada para oferecer àquele que se obstina no mal — exceto, talvez, o seu distanciamento.

Recusar o amor gratuito de Deus é o princípio do Inferno, que é um estado reversível nesta vida e irreversível no além.

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Apologética

Conversão em família

Dois casais falam sobre suas conversão do protestantismo ao catolicismo: