Ótima palestra do Pe. Ivan Chudzik, do Instituto do Bom Pastor, em Belém do Pará:
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
Ótima palestra do Pe. Ivan Chudzik, do Instituto do Bom Pastor, em Belém do Pará:
Texto do confrade Rui:
Vou começar considerando as pessoas com tendências homossexuais, que eu identificarei pela sigla PTHS. Qualquer preconceito ou discriminação contra PTHS equivale, com toda certeza, ao racismo, posto que seria o mesmo que discriminá-las por características físicas ou involuntárias. Qualquer conceito negativo que se tenha sobre elas por conta dessas características, seria realmente pré-conceito, e a discriminação em relação a elas tende a ser mais injusta, pois o valor de um homem se mede por seus atos e não por hábitos que não dependem de sua vontade. Com base na filosofia de Aristóteles, que distingue ato e potência, argumento que tais pessoas não são, necessariamente, homossexuais, ou, se formos usar, para elas, esse termo ou outro equivalente, por força da literatura médica, isso não pode resultar numa fusão indiscriminada entre dois grupos, como convém à determinada agenda política. Assinalamos que o homem ou a mulher não estão condenados a repetir este ou aquele ato, por conta de suas tendências, e num e no outro caso, o tratamento dessa questão recebe matizes um tanto diferentes.
O segundo grupo refere-se a pessoas que têm algum relacionamento sexual ou praticam algum tipo de intimidade sexual com outra pessoa ou pessoas do mesmo sexo que elas. Para facilitar, chamaremos essas pessoas pela sigla PRSMS (pessoas que se relacionam sexualmente com o mesmo sexo). O juízo de valor sobre essas pessoas, com base em seus hábitos sexuais, desde que não resulte em agressão ou violência, é legítimo, se estiver fundamentado em convicções filosóficas ou religiosas. Não há aqui pré-conceito, mas conceito, relacionado com o juízo de valor que se tenha sobre determinadas ações. Isso não significa que tais pessoas não possam ser também vítimas de preconceito, por exemplo, em relação a questões que nada tem a ver com seus hábitos sexuais. Se alguém por exemplo, julga que tal pessoa será um mau jornalista, ou um mau técnico de futebol, está realmente atuando no terreno do preconceito.
Frequentemente ouço dizer que a Missa Tradicional tem muita pompa, muitas regras e que Cristo não queria isso. É como se a Igreja tivesse se separado drasticamente da vontade do Divino Mestre nos últimos 500 anos. Todos esses são pontos para muita conversa, mas não são verdadeiros.
Cristo era um judeu, ou melhor, um judeu perfeito. Se eu me lembro, os judeus também tinham uma liturgia formal como parte do seu culto. Cristo e o Pai são apenas um, aquele mesmo Pai que nas Escrituras ordenou a Moisés que os sacerdotes deveriam usar ornamentos, o mesmo Pai que deu instruções específicas do que deveria ser feito para cultuá-lo e do que deveria ser construído para abrigar tais atos.
Tradução e adaptação de um texto de Shawn Tribe.
Hoje, quando pensamos no “ambão” numa igreja, ordinariamente visualizamos um pequeno pódio, púlpito ou uma estrutura para ensino, às vezes feita de madeira, mas geralmente de alguma rocha. No entanto, o ambão foi durante muito tempo grandioso:
Originalmente, havia apenas um ambão em cada igreja, colocado na nave e provido de dois lances de escada: um a leste, o lado próximo ao altar, e outro a oeste. Dos degraus orientais, o subdiácono, com o rosto para o altar, lia as Epístolas; e dos degraus ocidentais, o diácono, voltado para o povo, lia os Evangelhos. O inconveniente de ter apenas um ambão logo se tornou manifesto, e em conseqüência, em muitas igrejas, dois ambões foram erigidos.
… eles foram introduzidos em igrejas pela primeira vez durante o quarto século, se disseminaram universalmente pelo nono século, atingindo o seu pleno desenvolvimento e beleza artística no décimo segundo século, e depois gradualmente caíram desuso, até que por volta do décimo quarto século foram amplamente substituída pelos púlpitos. No rito ambrosiano (Milão) o Evangelho ainda é lido do ambão. Eles eram geralmente construídos de mármore branco, enriquecido com esculturas, incrustações de mármores coloridos Cosmati e mosaicos de vidro. (Enciclopédia Católica)
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Entrevistado da Áustria (em inglês), Michael Matt, editor do mais antigo periódico tradicionalista dos EUA, descreve como a explosão do catolicismo tradicional na Europa assinala as vulnerabilidades fundamentais do modernismo.
Quase 20.000 pessoas se reuniram no fim de semana de Pentecostes para fazer a peregrinação Paris-Chartres, indicando duas coisas: