O professor Orlando descreve as doutrinas e práticas do atual “judaísmo”, contidas em livros como o Talmud e Zohar.
O professor Orlando descreve as doutrinas e práticas do atual “judaísmo”, contidas em livros como o Talmud e Zohar.
Texto original: New liturgical movement
Por Peter Kwasniewski
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Quantas vezes os apreciadores do Rito Romano clássico já ouviram a objeção: “A Missa nova é melhor que a antiga porque permite maior participação ativa dos fieis”, ou “A Missa antiga tinha de ser eventualmente reformada, porque o sacerdote era o único fazendo alguma coisa, e as pessoas eram todas espectadoras mudas”. Meu objetivo neste artigo é refutar tal alegação e demonstrar que, pelo contrário, o oposto é verdadeiro.
Quem foi São João da Cruz? Qual a sua importância para a renovação espiritual da Igreja? O que a sua doutrina mística tem a ensinar aos homens do nosso tempo? Neste vídeo, suba ao monte Carmelo com Pe. Paulo Ricardo e conheça a vida de oração e penitência que formou um dos maiores santos da história da Igreja.
Enquanto isso no metrô de Paris:
Raqqa? No No
Idlib? No No
Mosul? No No
Afghanistan? No No
This is #Paris #France underground metro pic.twitter.com/235ieiIDkJ— Bassem (@BBassem7) January 18, 2016

Os últimos pronunciamentos romanos e, mais recentemente, o vídeo do Papa Francisco sobre suas intenções para este mês, deixaram alguns perplexos.
Sedevacantistas, ignoram-no completamente.
Tradicionalistas, discursam o “eu já sabia”.
Neoconservadores, calam-se. Não há como defender o indefensável.
Progressistas, louvam e se entusiasmam.
Mas, o fiel médio, como fica nisso tudo? Qual a doutrina da Igreja a esse respeito? Este texto, tradução de um publicação do Rorate caeli, pode ajudar a guiar algumas almas que estão como que sem pastor. Resistamos porque sabemos que quando o Pastor é ferido, as ovelhas tendem a se dispersar (cf. Mt 26,31).
Texto do confrade Karlos Guedes:
Existe na teologia especulativa um longo e acirrado debate sobre como harmonizar o livre arbítrio do homem com a doutrina da graça. São, basicamente, duas linhas de pensamento: a escola tomista, que exalta a graça como o princípio da conversão do homem; e a molinista, que exalta a escolha humana no processo de justificação.
Antes de mais, o primeiro passo que devemos dar quando queremos entender um assunto é deixar bem definido e compreendido os termos da questão. Neste texto, portanto, faremos a definição de certas expressões para se entender melhor em que consiste a liberdade do homem e a graça de Deus.
Faremos então: definição dos termos, a saber: liberdade (inteligência, vontade e livre arbítrio); graça (com todas as suas divisões); situação básica das duas escolas; e por fim ousaremos propor uma harmonização.
Debate sobre o aborto com o Professor Hermes R. Nery, da Comissão da Defesa da Vida da regional Sul da CNBB, e a Professora Regina Soares, coordenadora da ONG “Católicas pelo direito de decidir”.