Segue em anexo o Ordo dominical de 2015 com os próprios do Brasil e do Recife (devidamente sinalizado) no rito gregoriano.
Tradução e adaptação de um texto (Modernism Today) do Professor D. Q. McInerny, Ph.D, do Seminário Nossa Senhora de Guadalupe, da Fraternidade de São Pedro, e publicado no boletim de notícias do distrito americano dessa fraternidade em agosto do corrente ano.
O modernismo não é algo que ficou no passado. Pode-se pensar que os efeitos operados pela encíclica Pascendi Dominici Gregis escrita pelo Papa São Pio X em 1907 foram todos positivos, e que a cabeça da serpente da “síntese de todas as heresias” foi esmagada. Mas não foi isso que ocorreu. Na verdade, os modernistas foram de certa forma disciplinados pela encíclica, mas não subjugados. As respostas deles ao documento foram variadas: a maior parte optou pelas catacumbas, e lá ficaram, escondidos, por algumas décadas. Contudo, no tempo próximo ao Vaticano II, eles audaciosamente reemergiram, mais resolutos e combativos do que nunca, confiantes de que tinham um novo sopro de vida. O fato sombrio é que ainda hoje o modernismo está muito vivo e, desconcertantemente, mostrando todos os sinais de uma saúde robusta. Por isso não podemos nos permitir complacência, e seria inconcebível supor que a Igreja não continua a ter nele um inimigo dos mais perigosos, e, mais ainda, como enfatizaram os Papas São Pio X e Pio XII, um “inimigo interno”.
Fazei penitência
Se acontece que a autoridade das Sagradas Escrituras é posta em oposição com a razão manifesta e certa, isto quer dizer que aquele que interpreta a Escritura não a compreende de maneira conveniente; não é o sentido da Escritura que ele não pode compreender, que se opõe à verdade, mas o sentido que ele lhe quis dar.
Se antes da Criação do céu e da terra não havia tempo, para que perguntar o que fazíeis “então”? Não devia haver “então” onde não havia tempo.
– Santo Agostinho
Dividimos as mesmas angústias
Na presença dos anjos!
Nunca estamos sós. Deus colocou ao nosso lado anjos da guarda, a fim de guiar-nos, proteger-nos e, principalmente, conduzir-nos à vida eterna. Nesta vídeo, aprenda o que a doutrina católica ensina sobre os anjos de Deus e o que fazer para viver constantemente em sua presença.
Os anjos da guarda não foram colocados ao nosso lado apenas para proteger-nos de acidentes ou desastres físicos. A sua missão na Terra é muito maior do que comumente se imagina. O que a Igreja ensina a respeito dessas criaturas? Elas realmente existem? Como se comportam em relação à vontade de Deus e em relação a nós?
Já se sabe qual a missão dos santos anjos da guarda: conduzir-nos ao Céu e à salvação eterna. Mas, como nos relacionarmos concretamente com eles, no dia a dia?
Outubro, mês do Rosário
Resumo do Editorial da Revista Arautos do Evangelho n° 94, via Mensageiros de Fátima n° 11:
Nenhum símbolo mariano possui a força e a expressividade do Rosário. A mais valiosa das imagens, o mais artístico dos afrescos ou o mais afamado dos santuários não chega a atingir a universalidade que possui este singelo objeto de piedade. Onde houver um devoto de Nossa Senhora, junto dele certamente encontraremos o terço, fiel representação de sua união com Maria.
A explicação de tal êxito não poderá ser dada, porém, por nenhuma razão meramente humana, mas pela graça divina que se tem mostrado indissociável desta devoção, desde o dia em que a Santíssima Virgem desceu do Céu para revelá-la a São Domingos de Gusmão, até o presente momento.
O Rosário, ao levar-nos a considerar os mistérios da vida do Salvador na perspectiva de Maria Santíssima, nos obtém méritos muito superiores aos que alcançaríamos a partir da contemplação dos mesmos mistérios desvinculados dessa oração.
Ora, todas essas maravilhas se explicam porque é o Rosário dedicado a uma excelsa criatura que participa de modo admirável da vida divina, e foi por Deus cumulada de dons celestiais. A Mãe de Deus e da Igreja possui a plenitude da graça e o auge da caridade, utilizando-se de suas altíssimas prerrogativas para santificar o gênero humano e interceder em seu favor, a fim de que cada um progrida em direção à perfeição.
Embora o mundo convide, por sua agitação e constantes dissipações, a nos afastarmos desta oração, nada poderá superar os minutos de refrigério e paz que experimentamos ao rezar o terço. Pois, quando o recitamos, “Maria oferece-nos o Seu coração e o Seu olhar para contemplarmos a vida do Seu Filho, Jesus Cristo” (Bento XVI, Homilia em Lourdes, 19/09/2008). Haverá atrativo terreno comparável a esta recompensa?
Em outubro, mês dedicado ao Rosário, a nós cabe uma resposta de fidelidade ao pedido de Maria em Fátima: “Fazei penitência e rezai o Rosário”. Aprofundemos nossa devoção, considerando aquela que, já desde o início, recebeu a plenitude da graça e progrediu de plenitude em plenitude ao longo de sua vida, maravilhando o próprio Céu.
Hino de Nossa Senhora da Soledade
Hino da Paróquia de Nossa Senhora da Soledade (Recife – Arquidiocese de Olinda e Recife):
I
Senhora da Soledade
Solidão não existia
Porque seu Filho deixou
A Santa Eucaristia
bis: Porque seu Filho deixou / A Santa Eucaristia
II
De olhar angustiado
Foi virgem sofredora
A vós nos recorremos
Por nossa intercessora
bis: A vós nós recorremos / Por nossa intercessora
III
Derrama as vossas bençãos
Sobre nós, povo sofrido,
Protegei a vossa Igreja
Das ciladas do inimigo
bis: Protegei a vossa Igreja / Das ciladas do inimigo
Repete I
IV
Das Dores, das Graças ou Lourdes
De Fátima ou Piedade
Do Carmo ou Aparecida
És Senhora da Soledade
bis: Do Carmo ou Aparecida / És Senhora da Soledade
V
Senhora da Soledade
Sem pecado concebida
Recebe dos nossos lábios
Os louvores oh! Mãe querida
bis: Recebe dos nossos lábios / Os louvores oh! Mãe querida
Repete I

Portanto, quando esses grupos, participantes das mesmas angústias e sofrimentos, combatem-se como se fossem os piores hereges, eu não posso deixar de ver uma certa falta de sabedoria ou caridade, ou sensibilidade para entender que estão todos no mesmo dilema e temores. Eu, que sofro desse dilema também, assumi para mim que eu simplesmente não condeno nenhum desses grupos; ouço atentamente o que diz um e o que diz outro, evitando as condenações que lançam uns contra os outros ou, pelo menos, vendo-as com cautela, porque ninguém sabe exatamente qual é a natureza e o grau da crise que nos atordoa.
– Rui (num ótimo tópico na comunidade sobre as questões levantadas pela obra A Candeia Debaixo do Alqueire).