Autor: Thiago
Brasileiro nos costumes, trabalhista na economia, lusotropicalista na religião 😉
Em 2010 publiquei um texto que analisava o fato da esquerda instrumentalizar a palavra fascista (assim como certa direita, diga-se de passagem, faz com termo comunista) para mil e um propósitos, todos distantes do rigor acadêmico; hoje a tarde, na UFPE, recebi um fruto concreto disso: um panfleto contrário a exibição do documentário O Jardim das Aflições, por ele supostamente ser uma peça publicitária da “direita fascista”. Julguem por si mesmos:


Curso sobre a ideologia de gênero
Começa hoje, às 19:30h, um curso sobre a ideologia de gênero a ser ministrado na igreja de Nossa Senhora da Soledade, em Recife, pelo Prof. Aluísio Dantas. Os encontros vão se estender por três segundas-feiras, sempre no mesmo horário (19:30h às 21:30h). Vejam a programação:
23/10 – Percepção da Realidade e Restauração do Senso Comum – O Problema da Verdade
30/10 – Fundamentos Teóricos e Perspectiva Histórica da Ideologia de Gênero
06/11 – A Agenda de Gênero – Dessensibilização e Implantação
A inscrição é gratuita e feita na hora.
A mensagem de Aparecida
Jardim na UFPE

O Jardim das Aflições, o filme que não deveria existir, mostra parte da vida e do pensamento do filósofo Olavo de Carvalho, autor de livros como O Imbecil Coletivo, Aristóteles em nova perspectiva, o best seller O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota e O Jardim das Aflições, livro que serviu de base ao documentário.
A exibição acontecerá na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), dia 27/10, sexta feira, às 16h, no Auditório Barbosa Lima Sobrinho, CFCH. Contará com a presença do escritor Ronaldo Castro de Lima Júnior e de Josias Teófilo, diretor do filme.
Folheto de explicação da Missa
Já trabalhei em outros dois textos (aqui e aqui) a comparação entre o lecionário do rito paulino e do rito romano tradicional, vamos agora a um exemplo concreto de um dos pontos que destaquei (de autoria de Peter Kwasniewski).

Uma das várias críticas que se fazem ao Lecionário do Novus Ordo é que ele não contém passagens que fizeram parte das leituras na missas durante séculos e séculos (e que ainda podem ser ouvidas onde se celebra no rito gregoriano) ou que editou pesadamente outras. Como percebe qualquer um que já olhou com atenção as leituras do rito paulino, pular versículos nessa forma litúrgica parece que era um passatempo dos seus “designers”, em especial quando a perícope tem muita “negatividade”.
Alguém pode então dizer:
– Vai se ter de pular algo se a intenção é incluir a maior quantidade possível da Bíblia, não é?