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“Capeta-lismo”

capetalismo

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Os quatro velhos e a batalha pela Missa romana tradicional

Tradução e adaptação de um artigo de Jane Stannus:

“Destrua os Quatro Velhos”. Este slogan era central na chamada Revolução Cultural chinesa, lançada em Pequim em 1966. Quais eram os “Quatro Velhos”? Velhas ideias, velha cultura, velhos hábitos e velhos costumes. A destruição começou simplesmente renomeando ruas (qualquer semelhança com o que ocorre hoje no Ocidente, por pressões do “politicamente correto”, não é mera coincidência), lojas e mesmo pessoas, que mudaram seus nomes chineses tradicionais por maluquices do tipo “Vermelho Determinado”.

Revolução culturalA violência logo se seguiu. Guardas vermelhos invadiram as residências dos mais ricos para destruir livros, pinturas e objetos religiosos. Prédios históricos foram demolidos ou tiveram sua visitação vetada. Cemitérios nos quais estavam os restos mortais de notáveis da época pré-revolucionária foram vandalizados, suas tumbas dessacralizadas. Antigos costumes em torno do matrimônio, de festivais e da vida familiar proibidos. Templos e igrejas foram derrubados ou vertidos para algum uso secular.

Por que? Por que tudo isso foi necessário?

Porque, segundo o entendimento de Mao, as tradições do passado tinham de ser destruídas para dar lugar a novas ideias, a uma nova cultura, novos hábitos e novos costumes. Em resumo: o comunismo marxista é tão estranho a qualquer sociedade tradicional, que as pessoas identificadas com ela, seja cultural ou religiosamente, são psicologicamente incapazes de aceitá-lo.

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Arte Liturgia

Diferenças cantando no começo da Missa

Um vídeo interessantíssimo sobre as diferenças que ocorrem quando se canta no começo de uma Missa no rito romano tradicional e no rito paulino (ele remete ao princípio de paralelismo, explicado aqui) – diferenças o bastante para mostrar que a “reforma da reforma”, que alguns neocons estão tentando ressuscitar após o Motu Impróprio, é natimorta:

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Catequese Espiritualidade

Recusar o amor Deus é o princípio do Inferno

Reflexão de Arthur Danzi:

quoteQuando eu penso no Inferno, sempre me vem à mente a instrução de Jesus a Nicodemos:

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz e não vem para a luz para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus” (Jo‬ ‭3:16-21‬).

O ponto fulcral: “E a condenação é esta: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.” Esse trecho me impressionou tanto que eu tive de comparar diversas traduções, e todas concordam que Jesus não diz “a causa da condenação é esta” ou “a condenação se dá por isto”.

Nosso Senhor ensina que amar mais as trevas do que a luz É a própria condenação. Não é que o pecado “obrigue” a justiça divina a nos castigar, mas que o Sumo Bem não tem nada para oferecer àquele que se obstina no mal — exceto, talvez, o seu distanciamento.

Recusar o amor gratuito de Deus é o princípio do Inferno, que é um estado reversível nesta vida e irreversível no além.

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Apologética

Conversão em família

Dois casais falam sobre suas conversão do protestantismo ao catolicismo:

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Crise Eclesiologia

Caridade assimétrica

Logo que o Papa eleito publicou seu Motu Impróprio, as reações foram rápidas, como não podia deixar de ser na época em que vivemos (para o bem, ou para o mal). Contudo, além dos esperados atores desse drama, a saber os tradicionalistas (vítimas), os progressistas (carrascos) e os neoconservadores (bobos da corte), outras figuras, bem inesperadas, se fizeram presentes. Vimos reações, sempre negativas, dado o claro abuso de autoridade, vindas de ateus, ortodoxos (aqui e aqui, por exemplo) e de protestantes, mas uma das que mais chamou minha atenção foi o texto curto e certeiro de um anglicano que traduzi, adaptei e posto a seguir:

Caridade assimétrica

Pretendo com este título descrever uma peculiaridade do Papa atual, que fala frequentemente sobre a necessidade da caridade mas parece ter pouco dela para com as pessoas que considera erradas –  ou erradas num certo sentido. Daí seu recente Motu proprio sobre a Missa no rito gregoriano.

Francisco não está no momento proibindo completamente a “Missa em latim”, mas isso apenas porque ele considera a asfixiação lenta mais conveniente que uma execução sumária. Na carta que acompanha o citado documento, ele diz que quer “prover para o bem daqueles que estão enraizados na forma anterior de celebração”, só que também insiste que essas pessoas “precisam retornar no tempo devido ao rito romano”. Notem a forte distinção entre a Missa tradicional e o o rito romano feita aqui; a “Missa em latim” não seria uma forma do último, mas algo… distinto. Na verdade, segundo o pensamento do Papa, as pessoas que aderem ao rito tradicional não apenas se distanciam do rito romano, mas da própria Igreja: elas violam a unidade eclesial, e “Pretendo restabelecer essa unidade na Igreja de rito romano”. Novamente: asfixiação lenta. Ele não matou a Missa gregoriana, mas pretende que ela morra, e num futuro não tão distante.

Qual o fundamento dessa conclusão?  O Papa diz que é “cada vez mais evidente nas palavras e nas atitudes de muitos a estreita ligação entre a escolha das celebrações segundo os livros litúrgicos anteriores ao Concílio Vaticano II e a rejeição da Igreja e de suas instituições em nome do que é chamado de Igreja verdadeira”. Um peso enorme está sendo colocado aqui na palavra “muitos”. Não tenho dúvidas de que a atitude descrita é sustentada por alguns. Os católicos que conheço, contudo, que são atraídos pela “Missa em latim” não são atraídos por ela porque isso os diferencia dos outros católicos, mas porque os liga à grande nuvem de testemunhas que os precederam em sua fé. Eles não desprezam sua Igreja, mas a amam; a “Missa tridentina” para eles é um excelente meio de expressar e fortalecer esse amor.

É triste e estranho para mim que Francisco possa ser tão caloroso com aqueles que rejeitam abertamente sua Igreja e seus ensinamentos, mas frio como o gelo, tão corrosivamente cético, com alguns de seus filhos e filhas mais fiéis. Triste, estranho – e, acredito, profundamente insensato.

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Catequese Espiritualidade

Quem reza se salva, quem não reza se condena

Por que é que, segundo o grande Doutor da Igreja Santo Afonso Maria de Ligório, “quem reza se salva” e “quem não reza se condena”? Essa frase não é um exagero? Qual a real necessidade que temos da oração?

É o que Padre Paulo Ricardo explica nesta aula, cuja transmissão original, ao vivo, foi feita no dia 1.º de agosto de 2016. Assista e transforme, seja a sua inércia, seja a sua agitação, em verdadeira vida interior!

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Crise Liturgia Pastoral

A heartless thing our shepherd did (Traditionis custodes)

Baseado no hino The King of Love My Shepherd Is, de São Columba.