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Imagem Peregrina da Virgem do Carmo

Imagem Peregrina da Virgem do Carmo deixa o Recife em um C-47 da FAB em visita a 20 capitais e 34 cidades do Brasil (Arquivo Nacional, 15-08-1950).

Carmo

Em 11-07-1951, a imagem da Virgem, a bordo do navio “Guanabara” da Marinha de Guerra do Brasil, retornou ao Recife para as comemorações dos 700 anos do Escapulário do Carmo no 7º Congresso Nacional do Escapulário, realizado no Parque 13 de Maio entre os dias 11 e 16-07-1951.

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Missa no rito tridentino celebrada pelo então Pe. Hélder Câmara

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Crise

O sedevacantismo é uma autocontradição

citação2Pois crê (opinativa ou humanamente, mas atribuindo subjetivamente fé teologal) que o Papa é infalível ou pelo menos indefectível em todas as expressões magisteriais autênticas.

Ora, o dogma é precisamente que é fisicamente impossível a heresia nas declarações infalíveis (qualquer outra interpretação inutiliza o dogma). As quais obviamente não podem ser avaliadas pelos teólogos e fiéis.

O sedevacantista – que não pode provar que Paulo VI era herege notório antes da eleição (e a rigor, depois também, pois as polêmicas tradicionalistas são questões realmente disputadas, não há evidência incontestável), mas só fazer elucubrações – acredita, por exemplo, que o papa Montini usou as formalidades da infalibilidade em DH e aprovou uma heresia!

Com isso, eles negam o dogma da infalibilidade ou o modificam: o papa seria infalível por já ser ortodoxo, e não por apelar ao carisma petrino e às devidas formalidades.

Obviamente Montini e o CVII não apelaram a ao carisma da infalibilidade (DH, bem como todas as afirmações doutrinais específicas do CVII são magistério não-infalível, que requer assentimento religioso em princípio, mas pode possuir algum defeito não herético), mas o ponto é que, segundo sua consciência errônea, o sedevacantista *é obrigado a confessar pelo menos como de fé eclesiástica a declaração de DH*, e *está proibido de avaliar se é ou não correto ou contraditório o suposto julgamento do papa*.

São bem confusos e pretensiosos o pensamento e postura sedevacantistas.

A crise da Igreja é tremenda, certamente a maior que já houve – contra o diagnóstico pueril de muitos -, mas a solução sedevacantista é emenda pior que o soneto.

– Joathas Bello no FB

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Contrarrevolução Política Sociedade

O que é a Nova Ordem Mundial?

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Páginas revisadas

Depois de semanas de trabalho, todas as páginas do site estão devidamente revisadas e muitas delas ganharam um visual único 🙂 Aguardem as novidades!

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Apologética

A legitimidade das bebidas alcoólicas

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Literatura, linguagem e imaginação em Olavo de Carvalho

Tempos atrás vi uns amigos, ligados a uma organização tradirromântica, criticando Olavo de Carvalho e seus alunos por supostamente buscarem a  “salvação por meio da literatura”. Até acredito que muitos dos alunos de Olavo não entenderam direito o que ele queria com seu incentivo à leitura dos clássicos e caem no eruditismo, mas para mim sempre foi clara a intenção dele de aperfeiçoar a linguagem e, com ela, o modo como as pessoas expressam seus desejos, objetivos e dúvidas. Faria muito bem aos tradborings conseguirem ler algo além do esquema de um catecismo de perguntas e respostas… Enfim, hoje me deparei com um texto do citado autor, intitulado “O sofrimento do homem inculto”, no qual ele explica exatamente o que sempre pensei que eram suas intenções em torno dessa questão:

citação2Imagine a troca de experiências entre pessoas com uma bagagem literária muito grande. Elas possuem um monte de referências literárias em comum, de modo que ao trocar experiências elas parecem que estão tocando piano. E sempre que não conseguem expressar diretamente o que estão sentindo, elas recorrem a uma analogia literária. Escritores quando conversam entre si fazem isso o tempo todo. Eles têm muito mais bagagem de leituras feitas do que capacidade de expressão, assim como todo ser humano.

Todos nós, como pertencemos à mesma espécie, temos potencialmente a capacidade para termos as mesmas experiências interiores. Mas você dificilmente terá a capacidade de expressá-las com palavras próprias. Então você deve usar os recursos que estão na cultura.

A conversa entre dois homens que estão culturalmente afinados está para a conversa entre duas pessoas incultas assim como uma ligação telefônica está para outra que foi feita para um número errado. Isso é o mesmo que dizer que pessoas incultas simplesmente não conversam. Os seus mundos interiores são incomunicáveis às vezes até para elas mesmas.

Como elas não sabem dizer o que estão vivenciando, essa vivência não se registra na memória, porque a memória não pode registrar estados interiores sem um símbolo que os compacte. Isso é uma angústia terrível.

Noventa e nove por cento das neuroses surgem porque a pessoa não sabe falar. Assim, a primeira função da educação é uma função libertadora; de você conseguir dizer, e dizendo você se exorciza. Para um homem inculto, qualquer conflito interno é único, singular, solitário e incomunicável. Já um homem que tem ao menos a cultura da literatura de ficção sabe que é o trilionésimo a ter os mesmos conflitos.

Num meio inculto as pessoas estão muito isoladas. Elas só podem se comunicar numa faixa estreita de assuntos banais e pragmáticos. Nesse meio, a experiência interior se perde porque não há registro simbólico para gravá-las na memória ou se acumula numa massa de sentimentos confusos que isola as pessoas umas das outras.

Basta isso para você entender que essa história de que o homem inculto é mais feliz é uma monstruosidade. O sofrimento indizível é um bilhão de vezes pior que o dizível.

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Catecismo do eleitor católico