Vídeo impressionante de uma refugiada norte-coreana no qual ela conta o tratamento que os deficientes, físicos ou mentais, sofrem no seu país de origem:
Notem como o mundo ocidental, que tinha entre os seus valores (derivado do cristianismo) o cuidado com os mais fracos, se aproxima cada vez mais do “reino comunista”. Um exemplo disso é o que o utilitarismo e o apego à vidinha pequeno burguesa fizeram a uma nação como a islandesa que, por meio do aborto eugênico, condena seus membros com síndrome de down à morte.
Brian Holdsworth acaba de postar outro vídeo excelente sobre o motivo das formas tradicionais de culto serem tão atraentes para os jovens e por que as tentativas de se “relacionar” com eles na liturgia imitando as formas da cultura popular inevitavelmente falham.
A partir deste mês, as Leituras selecionadas também vão contar com uma seleção de textos, vídeos ou áudios (especialmente de cunho político, econômico ou social) que não tocam diretamente em questões religiosas, mas que dizem respeito a problemas que atingem ou podem atingir a vida eclesial e a cosmovisão católica de sociedade no curto, médio ou longo prazo.
A eleição do bispo da diocese de Chur, na Suíça, além de confrontar algumas das tendências internas da Igreja, jogou luz sobre um processo que hoje em dia é excepcional no Ocidente: os membros da diocese, no caso o cabido da catedral, elegem seu bispo (a partir de uma lista tríplice mandada por Roma).
Rod Dreher escreve sobre o fato do cristianismo ser mais que um sistema intelectual, moral ou político, mas um encontro com a realidade mais íntima das coisas. Destaco o seguinte trecho:
To be unified with him is to reconcile ourselves to the deepest reality of existence. It is not enough to affirm the Truth with one’s mind, but to submit the heart (symbolically, the seat of desire) to that Truth, and also one’s body. The Truth, remember, is a person; God calls us not to affirm a proposition, but to imitate a life.
Relato sobre um conjunto de comunidades de origem anabatista, mas que, mesmo com essa gênese herética, pode nos dar lições sobre como enfrentar a sociedade de massas e o metacapitalismo.
O caminho que a Argentina seguiu até a terrível decisão do senado desse país no último dia 30, dando um destaque especial ao papel da Igreja na oposição à monstruosidade do aborto.
Glenn Greenwald argumenta que a retórica e a práxis conflitiva dos democratas é algo que a grande mídia já começa a reverberar, ponto para “debaixo da cama” toda a “visão crítica” dos anos Trump.
O Veritatis lembrou-me hoje que a 3 de janeiro de 1521 o Papa Leão X excomungava o heresiarca Martinho Lutero, a quem o poeta português Garcia de Resende dedicou estes justíssimos versos (in «Miscelânea», 1554 – póstumo):
Com heresias e manha
Vimos o falso Lutero
Converter em Alemanha
Tanta gente, que é façanha
Na maior força do império:
Contra nossa fé pregando,
E do Papa blasfemando,
Dos Bispos, dos Cardeais,
Venceu batalhas campais
A grande gente do seu bando.
Com sua língua maligna,
E preceitos desonestos,
Semeia sua doutrina
Cheia de luxúria indigna
E vergonhosos incestos:
O que mais deve doer,
É que vemos estender
Este veneno a mais terras
E com pestíferas guerras
Tarda remédio poer.
E a quem o Papa eleito considera um “reformador, que tinha boas intenções”…
É um costume secular nas igrejas católicas o canto do Te Deum, o hino de ação de graças por excelência, no dia 31 de dezembro, para agradecer pelas bênçãos recebidas ao longo do ano que passou. Em Roma, o Papa e os cardeais residentes tradicionalmente atendem à cerimônia do Te Deum na igreja do Sagrado Nome de Jesus, conhecida como “il Gesù”, a igreja mãe dos jesuítas. No anos recentes, contudo, essa cerimônia tem sido celebrada em São Pedro, junto às primeiras Vésperas da Solenidade de Maria, Mãe de Deus, e de uma bênção eucarística.
Como é tradição, publico aqui o Ordo de missas dominicais e festivas feito pelo confrade Karlos Guedes (com minha contribuição). Em breve, estará a venda uma versão impressa, não só para os domingos, mas para todo o ano e com muitos outros recursos.
Acabei de ver o seguinte vídeo, que é a mensagem de Natal da rainha Elizabeth II do Reino Unido:
Além da bela reflexão cristã, perfeitamente inserida numa sociedade com diversidade de religiões, como é a de seu país nos dias de hoje, essa mensagem reforçou em mim algo que notei no vídeo que a soberana gravou no começo da quarentena do COVID-19 em seu país: